11:28 31 Março 2020
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    O secretário de Estado americano Mike Pompeo disse em emissão nacional que os EUA não possuíam informações sobre a data e o local de um alegado ataque planejado pelo general assassinado Qassem Soleimani.

    Pompeo ainda insistiu que Soleimani iria conduzir "ataques iminentes".

    "Não sabíamos exatamente quando - e não sabíamos exatamente onde. Mas era real [...] Havia uma possibilidade real aqui e havia uma necessidade real aqui. Nós tomamos a decisão certa. O presidente [Donald Trump] tomou a decisão certa", declarou o secretário de Estado norte-americano à Fox News

    A Câmara dos Representantes dos EUA, onde os democratas têm a maioria, aprovou no dia 9 de janeiro uma resolução na qual restringe os direitos de Trump a conduzir operações militares contra o Irã. A Casa Branca criticou o documento e disse que ele não tinha força legal e não era vinculativo.

    Em 3 de janeiro, o Exército dos EUA realizou uma operação para assassinar o general iraniano Qassem Soleimani em Bagdá. Trump disse que o comandante da Força Quds iraniana planejava bombardear uma das embaixadas dos EUA, mas sem dar mais detalhes.

    Retaliação severa

    O Irã retaliou pelo assassinato de seu comandante máximo com um ataque com mísseis contra bases militares dos EUA no Iraque. O ataque atingiu a Base Ain Al-Asad, no oeste do Iraque, e as instalações americanas em Arbil, no norte do território iraquiano.

    A Press TV iraniana alegou que o atentado matou 80 pessoas, enquanto Trump disse que nenhum americano morreu ou ficou ferido na ofensiva.

    Mulher iraniana caminha com retrato do general Qassem Soleimani perto de muro com representação de bandeira dos Estados Unidos
    © AP Photo / Vahid Salemi
    Mulher iraniana caminha com retrato do general Qassem Soleimani perto de muro com representação de bandeira dos Estados Unidos

    Após o ataque iraniano às bases, Trump anunciou sanções econômicas adicionais contra Teerã, enquanto sua administração está avaliando uma resposta ao ataque.

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    Tags:
    sanções, Iraque, ataque, Donald Trump, Mike Pompeo, Qassem Soleimani
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