13:52 22 Janeiro 2020
Ouvir Rádio
    Américas
    URL curta
    261845
    Nos siga no

    Membros da Guarda Nacional Bolivariana da Venezuela se rebelaram, juntamente com reservistas indígenas, contra o governo do presidente Maduro no estado de Bolívar, próximo à fronteira brasileira.

    Durante a ação, armas e munições teriam sido tomadas e ocorreram enfrentamentos entre os rebeldes e militares leais ao presidente Nicolás Maduro.

    Conforme publicou o portal Infobae, a ação foi iniciada por membros do batalhão da Guarda Nacional Bolivariana 513 Mariano Montilla na cidade de Luepa.

    Conforme publicou em sua conta no Twitter Ricardo Delgado, ex-prefeito do município venezuelano de Gran Sabana, um comandante foi feito refém pelos rebeldes.

    Última hora. Sublevação de oficiais do batalhão 513 Mariano Montilla, tomaram como refém o comandante, se dirigem a Santa Elena, estão fazendo chamado à população civil e à GNB para que se unam ao exército libertador e comecem a pôr fim à usurpação.

    Ainda de acordo com a mídia, citando o jornalista Román Camacho, durante a ação foram tomados 112 fuzis AK-103 de fabricação russa.

    Além dos militares, pelo menos 30 indígenas teriam estado envolvidos na ação, de acordo com Delgado.

    Armamento recuperado

    Contudo, ainda segundo o jornalista, as forças do governo já conseguiram recuperar grande parte do armamento, enquanto um soldado morreu e um ex-oficial da GNB participante do levante ficou ferido.

    O conflito se deu próximo à fronteira brasileira em uma zona conhecida como Arco Minero del Orinoco. A região é conhecida por suas reservas de ouro, diamantes e coltan, utilizado na fabricação de telefones.

    Mais:

    Venezuela acusa União Europeia de interferência em sua política nacional
    Venezuela acusa oposição de planejar ataque terrorista contra militares (VÍDEO)
    Maduro diz que 2019 foi o ano do fracasso do plano dos EUA na Venezuela
    Tags:
    indígenas, ouro, Nicolás Maduro, Venezuela, rebelião, conflito
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar