08:59 24 Janeiro 2020
Ouvir Rádio
    Américas
    URL curta
    4101
    Nos siga no

    O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, denunciou que o governo dos EUA está por trás de uma campanha de descrédito contra as Forças de Ações Especiais (FAES) com o objetivo de destruir a institucionalidade do Estado.

    Maduro também apelou a "aceleração do processo de formação e expansão da Polícia Nacional Bolivariana (PNB)", pois tem havido "uma campanha mundial contra a PNB e contra as FAES liderada e financiada pelos EUA".

    A manobra envolve a participação do secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, que recentemente ressaltou que o governo venezuelano estaria enviando grupos armados para controlar zonas urbanas, afirmou o líder venezuelano.

    Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante reunião no Palácio de Miraflores, em Caracas, Venezuela
    © Sputnik / Stringer
    Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante reunião no Palácio de Miraflores, em Caracas, Venezuela

    Maduro declarou que já havia ouvido Luis Almagro fazendo declarações contra a PNB e as FAES, como parte de uma campanha financiada por "ONGs que se fazem passar por ONGs independentes".

    No entanto, Maduro declarou que a PNB e as FAES devem sempre respeitar a lei e a Constituição e a defender e proteger o povo.

    "A PNB e as FAES são uma necessidade para a paz, segurança e união da Venezuela para proteger nosso povo e têm todo meu apoio", finalizou Maduro.

    Recentemente, Almagro expressou que a Corte Penal Internacional deve investigar as ações dessas forças venezuelanas.

    Mais:

    Venezuela pede bloqueio de contas bancárias de deputados da oposição acusados de corrupção
    'Guerra-relâmpago' dos EUA fracassou na Venezuela, haverá mais tentativas? Analista explica
    'Momento perdido': Guaidó atingido por escândalo de corrupção enfraquece oposição na Venezuela
    Tags:
    governos, militares, forças especiais, EUA, denuncia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar