02:35 11 Dezembro 2019
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    Jeanine Áñez, discursando na Bolívia.

    Colômbia reconhece Jeanine Áñez como presidente interina da Bolívia

    © REUTERS / Marco Bello
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    O governo da Colômbia reconheceu a senadora Jeanine Áñez como presidente interina da Bolívia.

    A política defendeu a sua presidência, em substituição ao Evo Morales, e afirmou que não aconteceu um golpe de Estado, mas um retorno à legalidade.

    "O Ministério das Relações Exteriores da Colômbia, em nome do governo colombiano, reconhece Jeanine Áñez como Presidente interina da Bolívia e a acompanha em sua intenção de avançar para uma eleição rápida, livre e transparente com observação internacional", declarou o Ministério das Relações Exteriores da Colômbia em sua conta do Twitter.

    Áñez, que na terça-feira se proclamou presidente interina da Bolívia, disse que assumia a Presidência "seguindo escrupulosamente o mandato constitucional", endossado pelo Tribunal Constitucional, pelas Forças Armadas, pela polícia e "todas as forças populares e sociais que lutaram pela democracia".

    A sucessora autoproclamada de Morales disse que a ordem constitucional havia sido violada pelo próprio presidente, quando ele se candidatou a um quarto mandato consecutivo e, supostamente, fraudou as eleições.

    Morales renunciou no domingo passado em função de protestos e tumultos policiais, no que ele definiu como "golpe político-cívico-militar".

    Evo Morales solicitou asilo político no México, ao governo do presidente Andrés Manuel López Obrador, onde desembarcou na terça à tarde.

    Tags:
    Colômbia, golpe de Estado, Evo Morales, Bolívia
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