Além do toque de recolher imposto pelo presidente Lenín Moreno na capital Quito, as forças armadas do Equador disseram que restringiriam a movimentação de pessoas em todo o país.
O grupo sugeriu que sua decisão no início do dia de manter conversas diretas com Moreno sobre um decreto que reduzisse os subsídios aos combustíveis poderia estar em risco pela repressão militar.
A CONAIE lidera os protestos contra exigências do Fundo Monetário Internacional (FMI) no Equador, mas rejeitou o vandalismo que varreu Quito neste sábado (12).
A CONAIE publicou um comunicado no Twitter em que afirma que "Não há diálogo real sem garantias para a segurança dos líderes indígenas".
[Boletín]
— CONAIE (@CONAIE_Ecuador) October 13, 2019
A nuestras bases y al pueblo ecuatoriano, pic.twitter.com/oJUGXwrHvs
"Vamos adotar abordagens para tentar revogar o decreto", acrescentou, "mas realizaremos ações de protesto nacionalmente [...] exortando o governo a fornecer as garantias necessárias".
A organização não especificou quando realizaria protestos ou se o faria em desafio ao toque de recolher. Já Moreno não disse quando terminaria o toque de recolher em Quito.
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