21:38 22 Setembro 2019
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    Nicolás Maduro, presidente da Venezuela (foto de arquivo)

    Maduro afirma ter evidências de que John Bolton teria planejado seu assassinato em 2018

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    O presidente venezuelano, Nicolas Maduro, afirmou ter evidências que provam que o conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, havia planejado seu assassinato.

    "Passou um ano desde a tentativa de assassinato. Hoje posso dizer que tenho evidências, provas de que a tentativa de assassinato foi executada por instruções de John Bolton da Casa Branca [...]", declarou Maduro.

    "Tudo indica que John Bolton tem uma mente criminosa, uma mentalidade de assassino [...]. Não posso acusar o presidente [Donald] Trump no momento, mas tenho todas as razões para pedir uma investigação sobre [as atividades] de John Bolton", declarou o líder venezuelano ao jornalista Max Blumenthal.

    Em dezembro de 2018, Maduro acusou Bolton de organizar um plano para derrubá-lo e matá-lo.

    Em agosto de 2018, uma parada militar em Caracas, que contava com a presença de Maduro, foi interrompida pelas autoridades devido a um possível atentado contra o presidente venezuelano.

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acompanhado pelo ministro da Defesa, general Vladimir Padrino Lopez e pelo comandante das Operações Estratégicas, almirante Remigio Ceballos, chegam para um encontro com as tropas de Fort Tiuna, em Caracas.
    © AP Photo / Assessoria de Imprensa do Miraflores / Jhonn Zerpa
    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acompanhado pelo ministro da Defesa, general Vladimir Padrino Lopez e pelo comandante das Operações Estratégicas, almirante Remigio Ceballos, chegam para um encontro com as tropas de Fort Tiuna, em Caracas.

    Na ocasião, o presidente não foi ferido, entretanto, sete soldados ficaram feridos. Maduro, então, culpou a oposição de direita venezuelana, bem como o governo dos EUA e da Colômbia.

    A Venezuela passa por uma crise política que se intensificou depois que o líder da oposição apoiado pelos EUA, Juan Guaidó, se autoproclamou presidente interino do país.

    Além disso, os EUA e a UE impuseram sanções à Venezuela e congelaram seus ativos.

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    Tags:
    presidente, plano, secretário, assassinato, Venezuela
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