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    Ex-presidente de Cuba, Raul Castro, com novo líder do país, Miguel Díaz-Canel, na Assembleia Nacional em Havana, Cuba, 19 de abril de 2018

    Sanções dos EUA não impedirão desenvolvimento de Cuba, diz presidente cubano

    © AP Photo/ Alexandre Meneghini
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    A decisão de Washington de aplicar sanções de amplo alcance contra Cuba, incluindo a ativação da Lei Helms-Burton, não impedirá o desenvolvimento econômico de Cuba, disse sexta-feira o presidente cubano, Miguel Diaz-Canel Bermudez.

    Na quinta-feira (2), a lei Helms-Burton de 1996 dos EUA, antes parcialmente suspensa, entrou em vigor. A lei permite que cubano-americanos e outros cidadãos norte-americanos levem ações aos tribunais dos EUA contra empresas que operam em propriedades do governo de Cuba, incluindo empresas europeias, apropriadas durante a revolução de 1959.

    "O objetivo da Lei Helms-Burton é sufocar economicamente e impossibilitar o desenvolvimento econômico de Cuba, atacar a soberania de países terceiros e destruir a Revolução Cubana. A aplicação da Lei Helms-Burton não irá deter a marcha dos cubanos", escreveu Diaz-Canel em sua conta oficial no Twitter.

    A decisão do governo Trump de permitir ações judiciais contra Cubanas acontece em um momento de aumento da pressão dos Estados Unidos sobre Cuba devido ao apoio do país ao presidente venezuelano Nicolás Maduro.

    A União Europeia e o Canadá já condenaram os Estados Unidos pela decisão de aplicar sanções sobre Cuba e anunciaram sua intenção de proteger os interesses das empresas segundo as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC).

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    Tags:
    crise na venezuela, sanções, Lei Helms-Burton, Miguel Diaz-Canel, Donald Trump, Nicolás Maduro, Estados Unidos, Venezuela, Cuba, EUA
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