05:28 25 Junho 2019
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    O presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, apertam as mãos antes do bate-papo individual durante a segunda cúpula dos EUA e da Coréia do Norte no Metropole Hotel, em Hanói.

    Mídia: Trump ignora conselheiros e assume pessoalmente negociações com Coreia do Norte

    © REUTERS / Leah Millis
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    Após a fracassada cúpula de Hanói entre os EUA e a Coreia do Norte, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assumiu o comando das negociações de desnuclearização com Pyongyang.

    De acordo com funcionários do governo Trump que conversaram com a revista Time sobre o assunto, o presidente dos EUA está "colocando de lado" o enviado especial à Coreia do Norte, Stephen Biegun, e "rejeitando as advertências dos principais consultores de inteligência e política externa" que discordam de sua política continuada de negociação com o líder norte-coreano Kim Jong-un.

    A revista informou que Trump desativou as tentativas de estabelecer um canal de retorno com Pyongyang através da missão norte-coreana nas Nações Unidas em Nova York, e estaria focando em negociar um acordo com Kim ao invés de ouvir conselheiros que pressionam por sanções mais duras contra a Coreia do Norte.

    Segundo o artigo da Time, Trump frequentemente repete que "Kim é seu 'amigo'", mesmo diante da "avaliação unânime de várias agências de que Kim permanece comprometido com seu programa nuclear".

    Trump e Kim se encontraram no final do mês passado em Hanói, no Vietnã, para uma segunda rodada de negociações de desnuclearização na península coreana. Embora Pyongyang tenha feito progressos consideráveis, as negociações naufragaram. Em coletiva após o encontro, Trump revelou que Kim exigiu a remoção de todas as sanções em troca de desmantelamento apenas parcial.

    Tags:
    Time, Nações Unidas, Stephen Biegun, Donald Trump, Kim Jong-un, Hanói, Estados Unidos, Pyongyang, Vietnã, Coreia do Norte
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