23:13 27 Setembro 2020
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    A Assembleia Nacional da Venezuela decidiu declarar estado de alarme em razão do apagão energético que vem atingindo o país nos últimos dias.

    O blackout varreu a Venezuela na quinta-feira passada, quando a fornecedora nacional de eletricidade, a Corpoelec, informou sobre uma possível "sabotagem" na usina hidrelétrica de Guri. A mídia local informou em seguida sobre a falta de energia em pelo menos 21 estados do país. A decisão desta segunda-feira foi tomada após um pedido do autoproclamado presidente interino Juan Guaidó, deputado da assembleia e líder da oposição.

    De acordo com o chefe de Estado de fato, o presidente eleito Nicolás Maduro, os Estados Unidos estariam por trás de uma guerra energética contra a Venezuela, acusação negada por Washington. Maduro alegou que um ataque cibernético teria sido realizado contra uma das instalações energéticas do país no último sábado, impedindo a restauração do fornecimento interrompido dois dias antes. Ainda segundo ele, integrantes da oposição também estariam envolvidos nessa suposta sabotagem.

    Em meio a essa situação, o governo venezuelano ordenou a distribuição de comida para a população, assistência aos hospitais de todo o país e garantias de fornecimento de água potável para todos os cidadãos. Além disso, a administração Maduro também decidiu suspender as atividades escolares e trabalhistas no país até a normalização do fornecimento energético.

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    Tags:
    eletricidade, energia, Nicolás Maduro, Juan Guaidó, Washington, EUA, Guri, Caracas, Venezuela
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