16:41 23 Julho 2019
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    Moradores de Caracas reunidos do lado de fora de uma subestação de energia danificada da estatal Corpoelec, na capital do país, onde explosões de causa desconhecida ocorreram neste 11 de março de 2019, dias após o início de um grande apagão elétrico que segue afetando várias áreas da Venezuela.

    Parlamento da Venezuela declara estado de alarme após blackout

    © AFP 2019/ YURI CORTEZ
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    A Assembleia Nacional da Venezuela decidiu declarar estado de alarme em razão do apagão energético que vem atingindo o país nos últimos dias.

    O blackout varreu a Venezuela na quinta-feira passada, quando a fornecedora nacional de eletricidade, a Corpoelec, informou sobre uma possível "sabotagem" na usina hidrelétrica de Guri. A mídia local informou em seguida sobre a falta de energia em pelo menos 21 estados do país. A decisão desta segunda-feira foi tomada após um pedido do autoproclamado presidente interino Juan Guaidó, deputado da assembleia e líder da oposição.

    De acordo com o chefe de Estado de fato, o presidente eleito Nicolás Maduro, os Estados Unidos estariam por trás de uma guerra energética contra a Venezuela, acusação negada por Washington. Maduro alegou que um ataque cibernético teria sido realizado contra uma das instalações energéticas do país no último sábado, impedindo a restauração do fornecimento interrompido dois dias antes. Ainda segundo ele, integrantes da oposição também estariam envolvidos nessa suposta sabotagem.

    Em meio a essa situação, o governo venezuelano ordenou a distribuição de comida para a população, assistência aos hospitais de todo o país e garantias de fornecimento de água potável para todos os cidadãos. Além disso, a administração Maduro também decidiu suspender as atividades escolares e trabalhistas no país até a normalização do fornecimento energético.

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    Tags:
    eletricidade, energia, Nicolás Maduro, Juan Guaidó, Washington, EUA, Guri, Caracas, Venezuela
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