13:44 24 Agosto 2019
Ouvir Rádio
    Presidente da Bolívia, Evo Morales (foto do arquivo)

    Evo Morales sobre ameaças dos EUA à Venezuela: querem devastá-la como fizeram com Iraque

    © REUTERS / Mike Segar
    Américas
    URL curta
    Crise política na Venezuela se agrava (163)
    11222

    O presidente boliviano, Evo Morales, escreveu que as ameaças dos EUA à Venezuela minam a convivência pacífica dos países latino-americanos.

    De acordo com Evo Morales, os Estados Unidos pretendem empobrecer e devastar a Venezuela assim com fizeram com o Iraque e a Líbia.

    As ameaças dos EUA contra a Venezuela são ameaças à convivência pacífica na América Latina. Querem provocar o enfraquecimento entre irmãos com guerra e violência. O império [norte-americano] quer que Venezuela fique devastada e empobrecida como ficaram o Iraque e a Líbia

    Em outro tweet, o presidente da Bolívia reforçou seu apoio a Maduro e seu desejo de que a América Latina não seja tomada por intervenções.

    ​América Latina é uma região de paz, defendemos novamente a construção de uma identidade sul-americana em matéria de defesa e rechaçamos qualquer tentativa de intervenção. Devemos promover a resolução pacífica de conflitos e uma cultura de paz no continente e no mundo

    Desde 21 de janeiro, Venezuela está alagada em protestos antigovernamentais. O líder da oposição, Juan Guaidó, em 23 de janeiro se declarou presidente interino do país.

    Os EUA e outros países, inclusive o Brasil, declararam reconhecer Guaidó como presidente interino. A Rússia apoia Nicolás Maduro como legítimo presidente da Venezuela.

    Tema:
    Crise política na Venezuela se agrava (163)

    Mais:

    Oposição venezuelana rechaça participar de diálogo com Maduro
    Maduro denuncia conspiração dos 'desertores militares' na Colômbia
    Político americano explica como EUA justificam intervenção nos assuntos internos de países
    Tags:
    continente, coexistência, paz, ameaça, Evo Morales, Bolívia, EUA
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar