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    Maduro é pela 2ª vez presidente da Venezuela (15)
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    O Ministério das Relações Exteriores da Rússia condenou veementemente as tentativas dos EUA de formarem um governo venezuelano alternativo, sufocando o país latino-americano com sanções.

    "A linha descarada de Washington de formação inconstitucional de estruturas alternativas de governo da Venezuela, as tentativas de, ignorando a realidade, designar autoridades venezuelanas como legítimas e negar isso a outras, sufocando o país com sanções, levando a uma deterioração da situação socioeconômica e atingindo dolorosamente os bolsos dos venezuelanos comuns, é uma ofensiva indisfarçada contra soberania da Venezuela", escreve o comentário no site do ministério russo.

    Recentemente, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, havia discutido por telefone a situação na Venezuela com o presidente da oposição da Assembleia Nacional venezuelana, Juan Guaido, que até há poucos dias chefiava o parlamento do país.

    Em 2017, o presidente venezuelano Nicolás Maduro convocou uma Assembleia Nacional Constituinte, totalmente controlada pelo governo, não podendo a Assembleia Nacional tomar decisões políticas.

    "É necessário promover a busca pela concórdia interna, unindo os esforços do governo e da oposição para reduzir as tensões, melhorar a situação do país e governar nos princípios de união. Naturalmente, na condição de todas as forças políticas do país observarem a Constituição e a legislação atual", diz o comunicado.

    A reeleição de Nicolás Maduro em 20 de maio e sua subsequente posse, na quinta-feira (10), têm sido muito criticadas pelos países vizinhos.

    A Organização dos Estados Americanos (OEA) e o Grupo de Lima não reconheceram os poderes do presidente eleito, enquanto o Paraguai rompeu as relações diplomáticas com o país.

    Os EUA também assumiram uma posição semelhante, aumentando as sanções e pressionando Caracas.

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    Tags:
    reeleição, soberania, invasão, Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Juan Guaido, Mike Pompeo, Nicolás Maduro, Venezuela, EUA, Rússia
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