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    Venezuela's President Nicolas Maduro speaks during a meeting with businessmen in Caracas, Venezuela January 9, 2017

    Parlamento venezuelano rejeita legitimidade de segundo mandato de Maduro

    © REUTERS / Miraflores Palace
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    No início do dia, o Grupo Lima, que é composto por 12 países da América do Norte e do Sul, pediu a Maduro que entregasse o poder ao Parlamento venezuelano e agendasse novas eleições presidenciais.

    "Reafirmamos a ilegitimidade de Nicolas Maduro", afirmou o novo presidente da Assembleia Nacional controlada pela oposição, Juan Guaido, segundo El Mundo. "A partir de 10 de janeiro, ele estará usurpando a presidência e, consequentemente, esta Assembleia Nacional é a única representante legítima do povo".

    "Nicolas, no dia 10 de janeiro, você não será empossado neste Parlamento", afirmou Guaido.

    Depois de protestos violentos em 2017, uma Assembleia Nacional Constituinte convocada pelo presidente venezuelano privou a Assembleia Nacional, controlada pela oposição, de seu poder legislativo.

    A Assembleia Nacional ainda está funcionando, mas o governo aceita suas decisões.

    A declaração vem depois que o governo do Peru publicou um documento assinado também pela Argentina, Brasil, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Chile, Guatemala, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai e Santa Lúcia, reiterando seu total apoio aos legisladores venezuelano e rejeitando a última eleição, que levou Maduro à vitória.

    Tags:
    Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela, Grupo de Lima, Nicolás Maduro, Juan Guaido, América do Sul, América do Norte
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