Segurança Interna dos EUA apela à população para evitar notícias da RT e Sputnik

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A secretária de Segurança Interna dos EUA, Kirstjen Nielsen, apelou à população para não ler notícias nos meios de comunicação russos, especialmente do canal RT e da agência de notícias Sputnik.

"Encorajo todos, se você está lendo alguma coisa […] e passa subitamente ao RT ou Sputnik, que esteja ciente. Quero dizer, que esses são canais de notícias patrocinados pelo governo. Não são independentes", disse Nielsen, citada pelo portal Washington Examiner.

Essa declaração foi feita depois de um ano de pressão contra a mídia russa nos EUA. Os legisladores e a inteligência dos EUA acusaram a mídia de ser alegadamente responsável pela alegada interferência russa nas eleições presidenciais estadunidenses de 2016.

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Moscou tem negado repetidamente qualquer interferência em assuntos domésticos de países estrangeiros, observando que tais ações vão contra os princípios da política externa da Rússia e classificando as acusações como "infundadas".

Mesmo assim, o canal russo RT foi obrigado a se registrar como "agente de influência estrangeira" nos EUA sob a Lei de Registro de Agentes Estrangeiros (FARA), a pedido do Departamento de Justiça. 

Outras mídias estatais estrangeiras nos Estados Unidos, como a BBC do Reino Unido, a CCTV da China ou a alemã Deutsche Welle, não foram obrigadas a fazer o mesmo.

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