11:12 18 Setembro 2021
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    O governo da Nicarágua rechaçou o relatório sobre "violações dos direitos humanos e abusos no contexto de protestos na Nicarágua" apresentado em Genebra e Manágua pelo Escritório do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH).

    "A Nicarágua não convidou ACNUDH para uma visita ao local para a observação dos direitos humanos, e a resolução da Assembléia Geral [da ONU] 48/141 invocada no referido relatório não confere esse poder", diz o Documento de 33 páginas emitido pelo governo da Nicarágua.

    A administração do presidente Daniel Ortega também questionou a ONU por se referir a violações dos direitos humanos no contexto de protestos "ignorando o fato de que o que aconteceu na Nicarágua foi uma tentativa de golpe".

    Para a ONU, "a grave crise de direitos humanos na Nicarágua desde o início dos protestos sociais em 18 de abril de 2018 foi caracterizado por múltiplas formas de repressão e outras formas de violência que resultaram em milhares de vítimas, com aproximadamente 300 pessoas mortas e 2 mil feridas".

    O relatório conclui que "a resposta das autoridades reprimiu sistematicamente a dissidência ao governo".

    O governo de Ortega afirmou que "rejeita completamente o relatório do ACNUDH, por o considerar subjetivo, tendencioso, preconceituoso e notoriamente tendencioso, e escrito sob a influência de setores ligados à oposição".

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