01:23 21 Julho 2018
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    Pesquisador dentro do cenote Xlacah, na zona arqueológica de Dzibilchaltún, no Iucatã, México.

    Mergulhadores encontram 'Atlântida' perdida no México (FOTOS)

    © Foto: O Instituto Nacional de Antropologia e História do México
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    Um recente e inesperado achado no México deixará vocês boquiabertos.

    No México, cenotes são conhecidos como depressões geológicas ou cavernas inundadas. Na zona arqueológica de Dzibilchaltún, localiza-se o cenote Xlacah, que se encontra na superfície aberta de 100 metros de comprimento e com 45 metros de profundidade, segundo informa o portal En Yucatan.

    Fragmentos de ossos humanos encontrados no interior do cenote Xlacah, na zona arqueológica de Dzibilchaltún, no Iucatã, México
    Fragmentos de ossos humanos encontrados no interior do cenote Xlacah, na zona arqueológica de Dzibilchaltún, no Iucatã, México

    Durante a limpeza deste local, um grupo de mergulhadores especializados encontrou uma pequena caverna lateral onde havia pedras que possivelmente faziam parte dos edifícios pré-hispânicos, fragmentos de materiais cerâmicos e restos ósseos de humanos e de grandes animais, comunica o site do Instituto Nacional de Antropologia e História do México, que realiza a pesquisa.

    Fragmentos de edifícios pré-hispânicos encontrados dentro do cenote Xlacah, na zona arqueológica de Dzibilchaltún, no Iucatã, México
    Fragmentos de edifícios pré-hispânicos encontrados dentro do cenote Xlacah, na zona arqueológica de Dzibilchaltún, no Iucatã, México

    Além dos restos de várias construções, foram encontrados vestígios de algumas panelas, tigelas e utensílios. Os ossos que estavam no lugar eram de humanos e gado.

    Ao realizar várias análises eletromagnéticas e tomográficas, os pesquisadores concluíram que a caverna foi adaptada para a vida humana. Ao mesmo tempo, a pesquisa indica que nesse lugar tinha existido uma povoação humana, mas é difícil dizer com certeza a que época pertenceu.

    Funcionário do serviço de limpeza do Instituto Nacional de Antropologia e História do México
    Funcionário do serviço de limpeza do Instituto Nacional de Antropologia e História do México

    A pesquisa indica que as pessoas poderiam ter habitado essa zona em vários períodos. O estudo informa que houve vários ajustes: o primeiro no período clássico Maia entre 250 e 950 a.C., na área viveu uma população de 15.000 pessoas; no outro período entre 1000 e 1600 a.C.

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    Tags:
    povoamento, mergulhadores, descoberta, Yucatán, México
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