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    Uma mulher acompanha contagem de votos após eleições presidenciais nos EUA. Jerusalém, 9 de novembro de 2016

    Primeiras denúncias no caso de 'interferência' russa em eleições são impetradas

    © AP Photo / Tsafrir Abayov
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    A CNN informou nesta sexta-feira que um júri federal aprovou as primeiras denúncias impetradas pelo conselheiro especial do Departamento de Justiça, Robert Mueller, sobre o suposto conluio entre a campanha presidencial do presidente Donald Trump, e autoridades russas.

    As acusações ainda estão em segredo sob ordem de um juiz federal. No entanto, a fonte da CNN informou que os responsabilizados podem ser levados em custódia até segunda. O escritório de Mueller se recusou a comentar as notícias.

    A investigação de advogados especiais começou em maio, após a demissão do então diretor do FBI, James Comey. Em agosto, Mueller estabeleceu um júri de Washington, DC, como parte da investigação. O grande júri emitiu duas intimações naquela época; para o lobista russo Rinat Akhmetshin, bem como Jason Maloni, porta-voz do chefe da campanha Trump, Paul Manafort.

    Akhmetshin e Manafort, juntamente com vários outros, se reuniram em junho de 2016. Donald Trump, Jr., filho mais velho do presidente, também participou da reunião. Ele disse a repórteres em julho de 2017 que o propósito da reunião era discutir uma lei russa que impedia cidadãos americanos de adotar bebês russos.

    Outras possíveis acusações e incidentes estão sendo investigados pelo time de Mueller. Além da colaboração entre russos e americanos, a investigação também busca comprovar alegações de que Trump obstruiu a justiça quando demitiu Comey.

    O governo russo, Trump e todos os outros acusados ​​de irregularidades na investigação negaram que houvesse qualquer tipo de colusão entre Moscou, autoridades russas e a campanha Trump.

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    Tags:
    eleições 2016, FBI, Paul Manafort, Donald Trump Jr, Donald Trump, Robert Mueller, Rinat Akhmetshin, James Comey, Moscou, Washington, DC
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