23:43 27 Setembro 2021
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    A Casa Branca não tomou medidas para impedir que a ex-procuradora estadual americana Sally Yates testemunhasse na audiência do Comitê de Inteligência da Câmara dos Representantes dos EUA sobre a Rússia e a eleição presidencial de 2016 programada para terça-feira, disse o porta-voz Sean Spicer em comunicado.

    O presidente do Comitê de Inteligência, Devin Nunes, cancelou a audiência programada para terça-feira, que incluiria depoimentos de Yates.

    "A Casa Branca não tomou medidas para impedir que Sally Yates testemunhasse e o Departamento de Justiça especificamente disse a ela que não iria impedi-la. Sugerir o contrário é completamente irresponsável", observou a declaração.

    Adam Schiff, democrata e membro de destaque da comissão, disse em um comunicado na terça-feira que questionou se a Casa Branca contribuiu para a decisão de cancelar a audiência para evitar que Yates tenha que reivindicar privilégio executivo em comunicações que teve com a Casa Branca.

    O The Washington Post informou que a Casa Branca disse a Yates que a maior parte de seu testemunho seria excluído da audiência devido a privilégio executivo, mas Spicer chamou a história de "inteiramente falsa".

    Em 31 de janeiro, o presidente Donald Trump demitiu Yates por se recusar a fazer cumprir uma ordem executiva sobre imigração destinada a proteger os cidadãos dos Estados Unidos.

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    Tags:
    Estados Unidos, Rússia, Sean Spicer, Sally Yates, Devin Nunes, Adam Schiff, Casa Branca, Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Comitê de Inteligência do Senado dos EUA
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