19:08 15 Setembro 2019
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    Estratégia de intimidação da Rússia será derrotada com Trump, opina analista

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    Por indicação do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, Washington pode diminuir sua contribuição para a política global de segurança, em particular, limitando sua participação da OTAN, disse o analista militar Albert Stahel em entrevista à publicação Focus.

    Candidato republicano à presidência Donald Trump
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    Por indicação do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, Washington pode diminuir sua contribuição para a política global de segurança, em particular, limitando sua participação da OTAN, disse o analista militar Albert Stahel em entrevista à publicação Focus.

    Segundo o analista, Trump já indicou de forma clara as mudanças que esperam a linha da política externa dos EUA e que afetarão diretamente seus aliados.

    "Trump marginaliza a OTAN. Isso significa que os norte-americanos farão cada vez menos esforços para proteger a Europa. Isso ameaça tornar o sistema europeu de segurança vulnerável e a estratégia de intimidação da Rússia se desmoronará", pensa Stahel.

    Na opinião do analista, depois do enfraquecimento do papel dos EUA, outros membros da OTAN terão de juntar esforços e, possivelmente, criar mesmo uma nova aliança. O especialista está seguro de que a Europa precisa de ter seu próprio exército, a base para o qual deverão ser as forças armadas alemãs e francesas. Neste caso, a Alemanha poderia ser responsável pelas tropas blindadas e a França – pelas armas nucleares, sem as quais uma contenção da Rússia é impossível, acrescentou.

    Além disso, Stahel sublinhou que a Europa precisa de reforço de armamentos em grande escala, porque os europeus reduziram continuamente seu número desde 1991. A Rússia começou desde 2008 realizando seu programa de armamento e até o momento da sua completa implementação o exército russo representará "uma ameaça colossal", concluiu o especialista.

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    Tags:
    política, estratégia, OTAN, Donald Trump, Rússia, EUA
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