20:43 16 Dezembro 2017
Ouvir Rádio
    Presidente norte-americano, Barack Obama, e o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, durante a cerimônia de bem-vindo, Casa Branca, Washington, EUA, 28 de abril de 2015

    Primeiro-ministro do Japão irá aos EUA

    © AFP 2017/ SAUL LOEB
    Américas
    URL curta
    701

    O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe começa na segunda-feira (26) uma visita de dois dias ao Havaí para comemorar os que morreram durante os ataques japoneses contra navios e aviação dos EUA na baía de Pearl Harbor, na ilha de Oahu, em 7 de dezembro em 1941.

    Segundo informou imprensa japonesa, espera-se que o primeiro-ministro japonês e o presidente dos EUA, Barack Obama confirmem a importância da aliança militar dos dois países. O seu encontro está marcado para a terça-feira (27) em Honolulu, onde Obama nasceu e passou a infância.

    O ataque contra Pearl Harbor, que levou os EUA a entrarem na Segunda Guerra Mundial, resultou em morte de mais de 2.400 americanos e em mais de mil feridos.

    Em maio de 2016, durante a cúpula do Grupo dos Sete no Japão, Barack Obama tornou-se o primeiro presidente dos EUA a visitar Hiroshima, a cidade-vítima de o bombardeio nuclear americano. A visita corrente de Abe a Pearl Harbor é considerada uma medida de resposta do governo japonês. No entanto, como Obama não pediu desculpa pelos bombardeios das cidades japonesas, Shinzo Abe também não deverá se desculpar pelos ataques contra Pearl Harbor.

    Mais:

    'A partir de agora os EUA são país que pode ser ignorado'
    EUA anunciam maior devolução territorial ao Japão desde 1972
    Especialista: Japão precisa tanto da Rússia como a Rússia de investimentos japoneses
    'Impotência total' ou como EUA cederam Turquia à Rússia
    Trump quer mudar posição dos EUA após resolução sobre Palestina e Israel
    Tags:
    bombardeio nuclear, mortos, feridos, comemoração, ataque aéreo, visita, Segunda Guerra Mundial, Shinzo Abe, Barack Obama, Pearl Harbor, Honolulu, Hiroshima, Havaí, EUA, Japão
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik