21:11 22 Setembro 2017
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    Eliécer Herlington Chamorro, alias 'Antonio García', líder del ELN

    Colômbia propõe trégua natalina à ELN

    © AP Photo/ Javier Galeano
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    Grupo mantém diálogos de paz com o governo desde 2014, mas se mostra mais receoso de assinar um acordo como os das Farc.

    Um dia depois de receber o Nobel da Paz pelos esforços em dar fim à guerrilha das Farc, Juan Manuel Santos deu novo indicativo de que quer prosseguir com o processo de paz também como o Exército Nacional da Libertação (ELN).

    O grupo é a segunda maior guerrilha do país e mantém diálogos de paz com o governo da Colômbia desde 2014, mas sempre se mostrou mais reticente em firmar um acordo. Agora, o chefe das negociações do governo, Juan Camilo Restrepo, propôs que o ELN decrete uma trégua unilateral pelas festividades natalinas e de fim de ano, que ajudaria a descongelar o processo de paz.

    "Por enquanto nos encontramos em um período de reflexão até 10 de janeiro de 2017, solicitado pelo ELN para fazer consultas. Que bom seria que o ELN aproveitasse esta pausa até 10 de janeiro para decretar um cessar-fogo e de hostilidades unilateral", disse.

    Após acertar em março o início da fase pública dos diálogos, o governo voltou atrás até que o grupo liberte o ex-congressista Odín Sánchez. O ELN pediu, porém, que o governo liberte dois guerrilheiros.

    O ELN já detectou uma trégua unilateral em outubro passado por ocasião do plebiscito em que o acordo original de paz com as Farc.



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    Tags:
    Nobel da Paz, FARC, ELN, Exército Nacional da Libertação, Juan Camilo Restrepo, Juan Manuel Santos, Colômbia
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