10:09 15 Dezembro 2017
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    Barack Obama e líderes de vários países árabes do golfo Pérsico durante encontro em Camp David

    Então, o que fazem lá? Obama afirma que EUA não vão ser 'policiais' no Oriente Médio

    © AP Photo/ Pablo Martinez Monsivais
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    O presidente dos EUA Barack Obama afirma que o seu país não deve ter funções policiais nos países que apoia, como o Afeganistão, o Iêmen, o Iraque ou a Somália.

    "Enfrentamos desafios que não só no Iraque e Afeganistão, mas também na Líbia, Iêmen, Somália, em outras partes do mundo. Não teremos a possibilidade de fazer um controle policial aí… Nunca teremos bastantes tropas, nunca teremos orçamento suficiente para simplesmente gerir e vigiar todas as pessoas nestes países", disse Obama durante o encontro com militares, transmitido pelo canal de televisão CNN

    Obama acrescentou que, apesar de os EUA estarem prontos a serem parceiros destes países, eles devem "assumir a responsabilidade" não só pela sua segurança, mas também pela criação de condições para que o extremismo e radicalismo "não constituam a melhor escolha para os jovens". 

    "Agora são demasiados os países cujas ações não são suficientes. É por isso que estamos juntando medidas militares com diplomáticas, com investimento em escolas… Se ajudarmos a criar escolas, ensinar melhor as crianças, criar empregos, desenvolver a produção dos agricultores – isso é uma parte da agenda da nossa segurança nacional", sublinhou Obama.

    Os EUA lideram desde 2014 uma campanha militar na Síria e no Iraque da coalizão internacional contra o terrorismo, em particular, contra o Daesh.

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    policiais, campanha militar, desafios, militares, parceiro, responsabilidade, opinião, tropas, terrorismo, Barack Obama, Iraque, Afeganistão, EUA
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