16:43 21 Agosto 2017
Ouvir Rádio
    Presidenciável democrata Hillary Clinton

    Assange: campanha de Clinton é histeria anti-Rússia

    © AP Photo/ John Locher
    Américas
    URL curta
    170231

    Fundador do WikiLeaks, Julian Assange, critica a campanha eleitoral da candidata à presidência do Partido Democrata, Hillary Clinton, intitulando-a ‘histeria anti-Rússia’.

    "Nesta campanha observa-se uma enorme politicagem da mídia. <…> Clinton, durante sua campanha, acusa todos de serem espiões russos. Isso é muito preocupante", Assange disse em entrevista ao Fox News.

    Segundo ele, Clinton está apostando na garantia da segurança.

    "Ela usa, em sua campanha, uma espécie de histerismo de caráter neomacartismo contra a Rússia", notou Assange.

    No final de julho, Clinton acusou seu rival Trump de receber ajuda de hackers russos, suspeitos de invadirem os servidores do Partido Democrata. O Republicano negou as acusações, aconselhando aos cibercriminosos que encontrassem os e-mails de Hillary Clinton, desaparecidos do servidor, na época em que ela ocupava o cargo da Secretaria do Estado.

    Depois disso, os democratas chegaram a acusar o rival Trump de incentivo à espionagem por potências estrangeiras.

    O site WikiLeaks divulgou 19.252 e-mails do Comitê Nacional do Partido Democrata dos Estados Unidos. Depois de tal façanha, Clinton recebeu apoio do Partido Democrata durante eleições primárias, fazendo com que ela ganhasse do seu oponente da casa, o senador Bernie Sanders.

    Anteriormente, Assange informou que o Wikileaks publicará em breve novos dados sobre a campanha de Clinton, que poderiam impulsionar abertura de processo contra a candidata à presidência dos EUA.

    Mais:

    Ucrânia espera armas letais dos EUA caso Clinton seja eleita
    Pesquisa: Trump reduz a diferença cola em Clinton
    Obama interrompe férias para apoiar candidatura de Clinton
    Tags:
    ameaça russa, espionagem, Donald Trump, Hillary Clinton, Julian Assange, EUA
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik