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Governo da Colômbia anuncia que 10 grupos armados concordam com cessar-fogo unilateral

© AFP 2023 / Joaquin Sarmiento Um soldado monta guarda em um Espaço Territorial de Treinamento e Reincorporação (ETCR) em Dabeiba, departamento de Antioquia, Colômbia, em 23 de novembro de 2021
Um soldado monta guarda em um Espaço Territorial de Treinamento e Reincorporação (ETCR) em Dabeiba, departamento de Antioquia, Colômbia, em 23 de novembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 28.09.2022
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Administração de Gustavo Petro avança em assuntos que foram promessa de campanha como buscar a paz total entre o país e grupos guerrilheiros. Acordos buscam permitir a transição de grupos armados para o Estado de Direito, segundo alto comissário.
Nesta quarta-feira (28), o governo colombiano anunciou que pelo menos dez grupos armados na Colômbia, incluindo ex-membros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) e da gangue Clan del Golfo (Clã do Golfo), concordaram em participar de cessar-fogo unilateral, segundo a Reuters.
"Cada grupo com sua própria identidade, natureza e motivação está expressando sua disposição de fazer parte de uma paz total, nesta fase de exploração pedimos que não matem, não desapareçam pessoas e não torturem", disse o alto comissário de paz do governo, Danilo Rueda, a jornalistas em uma coletiva de imprensa. "Estamos avançando", afirmou.
Entre os grupos estão dois grupos dissidentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) – o Estado-Maior Central e a Segunda Marquetalia -, bem como o Clã do Golfo, as Autodefesas de Sierra Nevada de Santa Marta e outros que Rueda não citou, relata a mídia.

"O escritório de paz está explorando os mecanismos judiciais para permitir a transição de grupos armados para o Estado de Direito", disse Rueda, que se reuniu anteriormente com dissidentes das FARC.

Grupos armados ilegais na Colômbia – cujo conflito de seis décadas matou pelo menos 450.000 pessoas – contam com cerca de 6.000 combatentes em suas fileiras, segundo fontes de segurança.
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O presidente Gustavo Petro, que assumiu o cargo em agosto, prometeu buscar a "paz total" com os grupos armados, implementando integralmente um acordo de paz de 2016 com as FARC e se reunindo com dissidentes e gangues.
Sob seu governo, o país reabriu na segunda-feira (26), após sete anos fechadas, as fronteiras com a Venezuela, conforme noticiado.
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