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Em carta, Brasil e Argentina reconhecem que ONU deve ser a mediadora da paz entre Rússia e Ucrânia

© Antonio Cruz/Agência BrasilAbertura da XV Conferência de Ministros de Defesa das Américas
Abertura da XV Conferência de Ministros de Defesa das Américas - Sputnik Brasil, 1920, 28.07.2022
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Os ministros da Defesa das Américas apresentaram nesta quinta-feira (28) uma carta de compromissos com temas relativos à paz e aos direitos humanos. A Carta de Brasília foi assinada por 21 países que participaram da XV Conferência de Ministros de Defesa das Américas.
O documento reafirma os princípios da Organização dos Estados Americanos (OEA) e trata de temas como direitos humanos, meio ambiente, fluxos migratórios e o papel das mulheres em questões de Defesa.
Um ponto polêmico da carta foi a inclusão de uma crítica à operação militar especial da Rússia na Ucrânia. A manobra, realizada pelos Estados Unidos, acabou não sendo muito bem-sucedida e dividiu os países americanos, que expressaram suas divergências em notas de ressalva no próprio documento.
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O artigo 2º da declaração diz o seguinte: "Os conflitos presentes em todo o mundo, como a invasão da Ucrânia e os atos de violência exercidos por grupos armados que terrorizam a população no Haiti, não são os meios legítimos para se resolver as disputas, de modo que os Estados-membros da CMDA (Conferência de Ministros de Defesa das Américas) esperam uma solução pacífica tão pronto seja possível".
Brasil, Argentina e México se colocaram contra a inclusão desse parágrafo e apontaram que "reconhecem a Organização das Nações Unidas [ONU] como o foro adequado para tratar do conflito na Ucrânia". O México chegou a dizer que não é possível aderir ao artigo em questão.
Por outro lado, sete países fizeram questão de manifestar uma "reprovação de maneira incisiva" do que consideram uma "invasão ilegal, injustificável e não provocada da Ucrânia". Nesse grupo estão Estados Unidos, Canadá, Guatemala, Haiti, Paraguai, República Dominicana e Colômbia — ainda sob a gestão de Iván Duque.
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