Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Panorama internacional
Notícias sobre eventos de todo o mundo. Siga informado sobre tudo o que se passa em diferentes regiões do planeta.

Washington deve levar a sério o aviso de Putin, recomenda mídia espanhola

© Sputnik / STRINGER / Abrir o banco de imagensPresidente norte-americano, Joe Biden, com a primeira-ministra sueca, Magdalena Andersson, e o presidente finlandês, Sauli Niinisto, durante declaração conjunta para a imprensa após reunião na Casa Branca
Presidente norte-americano, Joe Biden, com a primeira-ministra sueca, Magdalena Andersson, e o presidente finlandês, Sauli Niinisto, durante declaração conjunta para a imprensa após reunião na Casa Branca - Sputnik Brasil, 1920, 20.06.2022
Nos siga noTelegram
Os Estados Unidos estão provocando uma terceira guerra mundial ao ignorar o aviso de Putin, conforme mídia espanhola. De acordo com o jornalista Umberto Mazzei do jornal Rebelión, Washington deve levar a sério o aviso do presidente russo Vladimir Putin sobre o fim do fornecimento de armas à Ucrânia.

"É uma loucura provocar uma potência nuclear, capaz de derrotar os seus adversários em qualquer parte do mundo. Não é difícil entender que o fornecimento de armas à Ucrânia só faz com que se prolongue o conflito que pode se transformar na terceira guerra mundial", afirma o colunista.

Segundo o autor do artigo, os Estados Unidos estão tentando se aproveitar da crise ucraniana para manter a sua hegemonia no mundo.

"O fim do conflito favorável a Moscou implica a perda do prestígio de Washington como polícia mundial. A política de atrasar a vitória russa faz lembrar a tentativa dos nazistas de usar os ucranianos contra a União Soviética", diz o autor do artigo, salientando que a vitória da Rússia está se tornando cada vez mais óbvia e inevitável.

O colunista também chamou atenção para as tentativas de Washington de se apresentar como "espectador neutro" no conflito.
© Sputnik / STRINGER / Abrir o banco de imagensPresidente norte-americano, Joe Biden depois da assinatura da lei Lend-Lease para Ucrânia, Casa Branca, Washington
Presidente norte-americano, Joe Biden depois da assinatura da lei Lend-Lease para Ucrânia, Casa Branca, Washington - Sputnik Brasil, 1920, 20.06.2022
Presidente norte-americano, Joe Biden depois da assinatura da lei Lend-Lease para Ucrânia, Casa Branca, Washington
"Os Estados Unidos buscam controlar a situação internacional entre bastidores, usando os intermediários como bucha de canhão e conseguindo lucro em troca da sangre alheio", destaca-se na publicação.
Essa política, diz o autor, se torna cada vez mais óbvia para todos os europeus, exceto para a Comissão Europeia em Bruxelas e um grupo de servidores de Washington.
"A Europa deve abrir os olhos para o seu suposto amigo que almeja convencê-la a impor sanções sem sentido que a obrigam a comprar um gás liquefeito 40% mais caro que o gás russo", recomenda Mazzei.
Ao concluir, o autor do artigo diz que a crise ucraniana demonstra o fim da hegemonia dos EUA e o colapso da ordem mundial determinada apenas por Washington.
A embaixadora dos Estados Unidos na OTAN, Julianne Smith fala durante entrevista coletiva na sede da OTAN em Bruxelas, terça-feira, 15 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 15.06.2022
Panorama internacional
Washington apoia ideia de criar novo bloco militar contra Rússia
Desde 24 de fevereiro, a Rússia conduz uma operação especial militar para desmilitarização e desnazificação da Ucrânia. Segundo o presidente russo Vladimir Putin, o objetivo da operação é defender as pessoas que ao longo de oito anos têm sofrido genocídio por parte do regime de Kiev. O Ocidente, devido à operação militar, reforçou a sua política de sanções contra Moscou.
Feed de notícias
0
Para participar da discussão
inicie sessão ou cadastre-se
loader
Bate-papos
Заголовок открываемого материала