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Washington chama ações da Rússia de 'provocação' após esta mandar 'mensagem' aos EUA na Síria

© AP Photo / Baderkhan AhmadMilitares dos EUA dirigem veículo militar Bradley durante exercícios militares com as Forças Democráticas da Síria (FDS) na província de Deir ez-Zor, na Síria, em 8 de dezembro de 2021
Militares dos EUA dirigem veículo militar Bradley durante exercícios militares com as Forças Democráticas da Síria (FDS) na província de Deir ez-Zor, na Síria, em 8 de dezembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 19.06.2022
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Segundo contaram funcionários militares dos EUA ao Wall Street Journal, a Rússia atacou uma base militar americana na Síria, após avisar que o ia fazer.
A Rússia está por trás de uma "série" de operações recentes contra as forças dos EUA na Síria em junho, incluindo o ataque de quarta-feira (15) à base militar americana de Al-Tanf no sudeste sírio, escreveu o jornal Wall Street Journal (WSJ), citando funcionários do Pentágono.
De acordo com o WSJ, caças a jato russos atingiram "um posto de combate avançado na guarnição" após informar os EUA de um ataque iminente em resposta a um ataque de militantes treinados pela CIA contra as tropas sírias, que destruiu um veículo e pode ter causado feridos.
O jornal caracterizou o ataque de 15 de junho, que não teve vítimas norte-americanas, como uma "mensagem" de Moscou de que, embora "não estivesse visando ativamente as tropas americanas", ela estava "assediando a missão dos EUA na Síria, uma tática que as forças russas utilizaram anteriormente". Um funcionário militar dos EUA chamou isso de "um aumento significante na provocação".
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As fontes do WSJ disseram que a Rússia também destacou neste mês de junho um par de caças-bombardeiros Su-34 para uma área no nordeste da Síria, onde as forças dos EUA estavam conduzindo uma operação de contraterrorismo. Os aviões russos supostamente deixaram a área após os EUA terem enviado seus próprios caças.
O general Eric Kurila, chefe do Comando Central dos EUA, declarou que o "comportamento recente" da Rússia é "provocador e escalatório", mas assegurou que o objetivo dos EUA continua sendo "evitar um erro de cálculo ou um conjunto de ações que possam levar a conflitos desnecessários".
As autoridades russas e o Ministério da Defesa do país não comentaram o artigo do WSJ.
No mês passado, o Serviço de Inteligência Externa da Rússia relatou que as instalações de Al-Tanf foram transformadas em um centro terrorista em que estavam sendo treinados militantes para destacamento na Ucrânia. As atividades incluiriam o treinamento no uso de mísseis antitanque, drones de reconhecimento e ataque e de equipamentos avançados de comunicação e vigilância.
Damasco sublinha que as tropas russas são as únicas estrangeiras aprovadas na Síria e que todas as restantes, incluindo dos EUA, constituem uma presença ilegal.
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