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Nova lista de armas revelada por Kiev pode deixar os EUA em situação fragilizada, diz mídia

© AP Photo / Mindaugas Kulbis Tanques da OTAN na Letônia, perto da fronteira com a Rússia
Tanques da OTAN na Letônia, perto da fronteira com a Rússia - Sputnik Brasil, 1920, 16.06.2022
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Nesta segunda-feira (13), Mikhail Podolyak, assessor do presidente ucraniano Vladimir Zelensky, divulgou uma nova lista de armas que, segundo ele, seria suficiente para "expulsar a Rússia da Ucrânia".
A exigência de Kiev levou a demanda da Ucrânia por armas de fabricação ocidental ao limite, colocando até mesmo os EUA em risco de esgotarem seus arsenais, informam vários meios de comunicação.
A demanda das autoridades ucranianas inclui 1.000 obuseiros de 155 mm, de padrão da OTAN, 300 sistemas múltiplos de foguetes, 500 tanques, 2.000 veículos blindados e 1.000 drones.
No entanto, não se sabe que tipo de drones e veículos blindados Kiev disse precisar para combater com a Rússia.
Atender às demandas dos ucranianos exigiria efetivamente que os EUA – o principal fornecedor de armas às tropas ucranianasdesarmasse as suas próprias Forças Armadas, apontam vários veículos de imprensa ocidentais.
O número de sistemas de lançamento múltiplo de foguetes exigido por Kiev equivale a cerca de metade do estoque restante que Washington possui, escreve o The Guardian citando dados do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês).
De acordo com o artigo, o pedido de peças de artilharia de 155 mm esvaziaria o estoque ativo dos EUA, uma vez que exigiria que o Pentágono entregasse quase todos os seus obuseiros M777.
O presidente francês Emmanuel Macron respondendo às perguntas dos jornalistas durante uma visita à Base Aérea Mihail Kogalniceanu, perto da cidade de Constanta, Romênia, 15 de junho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 15.06.2022
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Macron pede à Ucrânia que retome negociações com a Rússia
Os EUA, Reino Unido, bem como várias outras nações ocidentais têm ativamente fornecido vários tipos de armas às autoridades de Kiev, tanto antes como desde o início do conflito armado.
Moscou tem repetidamente advertido o Ocidente contra o fato de a Ucrânia estar sendo inundada de armas, argumentando que isso vai apenas prolongar o conflito sem alterar o seu resultado.
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