Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Zelensky acusa Scholz de estar sentado em duas cadeiras

© AP Photo / Efrem LukatskyChanceler alemão, Olaf Scholz, e o presidente da Ucrânia, Vladimir Zelensky, durante coletiva de imprensa em Kiev, 14 de fevereiro de 2022
Chanceler alemão, Olaf Scholz, e o presidente da Ucrânia, Vladimir Zelensky, durante coletiva de imprensa em Kiev, 14 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 14.06.2022
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O presidente da Ucrânia, Vladimir Zelensky, criticou, em entrevista ao ZDF, o chanceler alemão Olaf Scholz por sua posição relativamente à crise ucraniana.

"Scholz e seu governo devem tomar uma decisão: não deve haver quaisquer tentativas de manter o equilíbrio nas relações entre a Ucrânia e a Rússia", afirmou Zelensky.

Além disso, o mandatário repreendeu a Alemanha por ela ter começado a ajudar a Ucrânia bem mais tarde do que outros países, como os EUA, Reino Unido e países vizinhos do Leste Europeu. Conforme suas palavras, Berlim deve agir "de maneira mais explícita" e abandonar uma abordagem que permite manter as relações tanto com Kiev, como com Moscou, tentando reduzir ao mínimo os danos para a própria Alemanha.
Ao comentar a possível viagem de Scholz para Kiev, Zelensky ressaltou que o chanceler não deve se limitar apenas a fotos, e o exortou a anunciar durante a visita o endurecimento das sanções antirrussas e o fortalecimento do apoio à Ucrânia e seu status de candidato à UE.
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Recentemente, a mídia informou que o chanceler alemão, junto com o primeiro-ministro da Itália, Mario Draghi, e o presidente da França, Emmanuel Macron, planejam visitar a capital ucraniana em 16 de junho. Entretanto, Scholz declarou antes que não visitaria a Ucrânia após a recusa de Zelensky de receber o presidente alemão, Frank‑Walter Steinmeier. Na sequência do incidente, o embaixador ucraniano em Berlim, Andrei Melnik, chamou Scholz de "salsicha de fígado ofendida".
Em meio à operação especial russa, os EUA e seus aliados da OTAN continuam enviando armas para a Ucrânia. Mesmo assim, as autoridades de Kiev criticam a insuficiência e ritmo lento das entregas.
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