Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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G7 está trabalhando na elaboração de mais sanções contra a Rússia devido a conflito na Ucrânia

© AP Photo / Marcus BrandtMinistros das Relações Exteriores de todos os países-membros do G7 caminham com Josep Borrell, chefe das relações exteriores da União Europeia, em encontro no dia 12 de maio de 2022
Ministros das Relações Exteriores de todos os países-membros do G7 caminham com Josep Borrell, chefe das relações exteriores da União Europeia, em encontro no dia 12 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 13.06.2022
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Os Estados Unidos estão coordenando estreitamente com seus demais parceiros do G7 o fortalecimento das sanções contra a Rússia por sua operação militar especial na Ucrânia.
As informações foram dadas pelo vice-secretário adjunto principal no Escritório de Assuntos Europeus e Eurasianos do Departamento de Estado dos EUA, Dereck Hogan, nesta segunda-feira (13).

"Estamos trabalhando muito em como fortalecer nosso pacote de sanções [contra a Rússia]. Estamos em estreita coordenação com os Estados-membros do G7", disse Hogan.

Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (à esquerda), e ministro das Relações Exteriores brasileiro, Carlos França, na LIX Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados, em 17 de dezembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 01.06.2022
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Sobre o uso de ativos bancários russos congelados para a reconstrução da Ucrânia, Hogan disse que os Estados Unidos e os Estados-membros do G7 têm muitas questões legais a levar em consideração antes de tomar tal ação.
A ideia foi sugerida pelo presidente do Conselho Europeu, Charles Michel. Ele insinuou que ativos de origem russa que estão congelados sejam confiscados para a reconstrução da Ucrânia como um gesto de supostas "equidade e justiça".
A estimativa é que há US$ 300 bilhões (R$ 1,5 trilhão) em ativos russos congelados no exterior.
O chefe da política externa da União Europeia, Josep Borrell, fez a mesma sugestão aos membros do bloco.
Mas isso constituiria roubo, declarou o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.
Bandeiras dos EUA e da Ucrânia tremulam diante do Capitólio, em Washington, no dia 5 de março de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 13.06.2022
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Desde o dia 24 de fevereiro a Rússia conduz sua operação militar especial de "desnazificação e desmilitarização" da Ucrânia, objetivos determinados e anunciados pelo presidente russo, Vladimir Putin.
Nesse contexto, os Estados Unidos e seus aliados da OTAN continuam enviando armas a Kiev.
Recentemente, o presidente norte-americano, Joe Biden, assinou um novo pacote de assistência militar à Ucrânia no valor total de dezenas de bilhões de dólares.
Moscou, por sua vez, afirmou por várias vezes que as entregas de armamento ocidental apenas arrastam o conflito, enquanto os meios de transporte com armas viram "alvo legítimo".
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