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Lavrov: CSTO deve ser fator de equilíbrio na região euro-atlântica

© Sputnik / Aleksandr VilfMinistro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, durante coletiva de imprensa, em 17 de janeiro de 2020 (foto de arquivo)
Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, durante coletiva de imprensa, em 17 de janeiro de 2020 (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 07.06.2022
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A Organização do Tratado de Segurança Coletiva (CSTO, na sigla em inglês) precisa garantir o equilíbrio na região euro-atlântica, disse o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, nesta terça-feira (7).

"A CSTO deve atuar como um fator que garante o equilíbrio na região euro-atlântica", disse ele sobre a organização, que reúne Armênia, Belarus, Quirguistão, Rússia, Tadjiquistão e Cazaquistão.

Para Lavrov, o grupo vem se tornando cada vez mais importante no cenário internacional e precisa de uma voz ativa.
O ministro acusa a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) de violar os princípios da indivisibilidade da segurança, com os quais a aliança se comprometeu e que implicam rejeitar tentativas de reivindicar domínio na região euro-atlântica.
Em 22 de maio, o secretário-geral da CSTO, Stanislav Zas, afirmou que a organização tem forças e meios suficientes para reagir a possíveis ameaças relacionadas à ampliação da OTAN, que poderá incorporar a Finlândia e a Suécia.
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A Rússia iniciou a operação militar especial na Ucrânia, em 24 de fevereiro, com o objetivo de "desmilitarizar" e "desnazificar" o país, após pedido de ajuda das repúblicas populares de Donetsk (RPD) e Lugansk (RPL) para combater ataques de tropas ucranianas.
A missão, segundo o Ministério da Defesa russo, tem como alvo apenas a infraestrutura militar da Ucrânia.
Além disso, as Forças Armadas da Rússia acusam militares ucranianos de usar "métodos terroristas" nos combates, como fazer civis de "escudo humano" e se alojar em construções não militares.
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