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Pequim pede a Washington que pare de aprofundar laços com Taiwan e alerta para 'situação perigosa'

© AP Photo / Liu ZhengO porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, em coletiva de imprensa no escritório do Ministério das Relações Exteriores, Pequim, 6 de abril de 2022
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, em coletiva de imprensa no escritório do Ministério das Relações Exteriores, Pequim, 6 de abril de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 04.06.2022
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As autoridades chinesas "se opõem firmemente a todas as formas de interação oficial com a região de Taiwan por países que têm laços diplomáticos" com Pequim.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, pediu que os EUA parem de tentar expandir os laços militares e políticos com Taiwan.
Questionado sobre as negociações entre Washington e Taipé para aprofundar suas relações, o porta-voz disse na quinta-feira (2) que Pequim "se opõe firmemente a todas as formas de interação oficial com a região de Taiwan por países que têm laços diplomáticos com a China".
"Recentemente, os EUA tomaram medidas e continuaram elaborando esquemas com Taiwan. Elas não passam de tentativas de violar o princípio de Uma Só China, reforçar os separatistas [apoiando] a 'independência de Taiwan' e perturbar a paz e a estabilidade", disse o porta-voz.
"Se os EUA insistirem em jogar a cartada de Taiwan, isso só vai colocar as relações EUA-China em uma situação perigosa", afirmou. Além disso, dirigindo-se às autoridades do Partido Democrático Progressista, em Taiwan, pediu que abandonassem a ideia de que "podem buscar a independência com o apoio dos Estados Unidos, porque quanto mais ambiciosos forem, mais amargo será o fracasso".
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Um dia antes, o porta-voz alertou que apoiar o movimento de independência em Taiwan teria "sérias consequências" para os EUA.
Pequim considera Taiwan uma parte inalienável de seu território e insiste que quaisquer negociações com a ilha que ignorem o governo central violam o princípio fundamental de sua política de Uma Só China. A maioria dos países, incluindo a Rússia, reconhece a ilha como parte integrante da República Popular da China.
Embora Washington não reconheça Taiwan — que tem desde 1949 uma administração própria, como país independente —, mantém uma política de ambiguidade estratégica em relação à ilha, reservando-se o direito de manter relações especiais com Taipé.
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