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Navio nos EUA é avaliado estar em 'condições estonteantes' após 160 anos naufragado (VÍDEO)

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Restos do navio USS Monitor naufragado (imagem referencial) - Sputnik Brasil, 1920, 31.05.2022
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Após ter naufragado no Ano Novo de 1862, o navio USS Monitor foi visto pela primeira vez debaixo d'água em 1973, e sobreviveu a condições altamente adversas, segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA.
O USS Monitor, primeiro navio de guerra a vapor dos EUA, continua em excelentes condições após ter naufragado há 160 anos, durante a Guerra Civil no país, anunciou na quarta-feira (25) a Fundação Global para a Exploração Oceânica (GFOE, na sigla em inglês) nacional.
A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) dos EUA contou que o navio foi inspecionado durante uma expedição ao chamado Cemitério do Atlântico, na costa da Carolina do Norte, leste norte-americano, onde se estima que existam cerca de 2.000 naufrágios.
O navio afundou no Ano Novo de 1862, tendo sido descoberto em 1973 a uma profundidade de cerca de 70 metros, e foi objeto de vários estudos desde então, incluindo de preservação. O USS Monitor é feito quase inteiramente de ferro e tinha um cinturão de blindagem de 1,5 metro de altura e 15 centímetros de espessura ao redor da linha de água para protegê-lo durante a batalha. Tinha também uma torre giratória, a primeira de seu tipo, equipada com dois canhões de 28 centímetros.
"As ondas cresciam e o vento soprava. A cada rolo e ribombar, ondas de choque devastavam a tripulação e o casco do pequeno navio [...]. Começaram vazamentos, inundando os motores e reduzindo a pressão de vapor necessária para a propulsão [...]. A torre era a única escotilha de escape, e quando os homens tentaram se atirar do convés, muitos deles foram varridos para o desconhecido pelas ondas traiçoeiras", detalha a NOAA em um relato.
Tane Renata Casserley, coordenadora de proteção de recursos e licenciamento no Monitor do Santuário Marinho Nacional da NOAA, contou a McClatchy News que a embarcação está em "condições estonteantes após 160 anos no fundo do mar e suportar todas as condições ambientais do Cabo Hatteras, incluindo correntes extremamente fortes e furacões".
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