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Recusando-se a cooperar na saída de navios estrangeiros, Kiev tomou-os como reféns, diz Rússia

© Sputnik / Sergei AverinGuindastes portuários no porto comercial de Mariupol, foto publicada em 19 de abril de 2022
Guindastes portuários no porto comercial de Mariupol, foto publicada em 19 de abril de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 28.05.2022
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As declarações de países ocidentais sobre o bloqueio de navios estrangeiros são infundadas, uma vez que a Rússia diariamente abre corredores, mas as autoridades de Kiev se recusam a cooperar, basicamente tomando suas tripulações como reféns, aponta o comunicado de Maria Zakharova, representante oficial da chancelaria russa.
"Quanto às declarações feitas ontem por representantes oficiais de Estados estrangeiros sobre o 'bloqueio' de embarcações estrangeiras por militares russos nas águas do mar Negro e do mar de Azov, elas não correspondem à realidade. O porto de Mariupol retomou o funcionamento depois que os militares da Rússia e RPD ganharam o controle sobre ele, foi desbloqueado o canal navegável, foram criadas condições para a saída de embarcações", ressalta comentário.
Zakharova acrescentou que as Forças Armadas russas abrem diariamente das 08h00 às 19h00 (horário local) dois corredores humanitários marítimos.
"Ao mesmo tempo, as autoridades de Kiev se recusam a cooperar com representantes de países estrangeiros e empresas armadoras para garantir a saída segura dos navios bloqueados, na prática tomando suas tripulações como reféns", disse a diplomata.
Com suas ações os EUA provocam uma crise alimentar na Ucrânia, enquanto a Rússia pretende continuar fornecendo alimentos e outros bens, lê-se no comunicado da representante oficial russa.
Esteira rolante carregando grãos no porão de um navio no terminal de grãos do Porto Marítimo Comercial de Novorossiysk - Sputnik Brasil, 1920, 26.05.2022
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Segundo Zakharova, os EUA e a União Europeia pretendem retirar da Ucrânia 20 milhões de toneladas de grãos em 2,5 meses, alegadamente para o seu transporte para a África e o Oriente Médio, a fim de evitar a crise alimentar.

"No entanto, na realidade os grãos estão sendo transportados para armazéns na Europa. São organizadas rotas ferroviárias, rodoviárias e fluviais para a sua entrega em locais na Alemanha, Polônia, Lituânia, Romênia e Bulgária", explicou Zakharova.

A chancelaria da Rússia recordou que o principal causador das atuais tendências negativas no mercado de alimentos foram as sanções antirussas do Ocidente, que levaram ao rompimento dos laços na esfera da logística global e da infraestrutura de transporte.
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