Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Líderes ucranianos fazem declarações contraditórias, não se entende o que Kiev quer, diz Peskov

© Sputnik / Kirill KalinnikovPorta-voz presidencial russo Dmitry Peskov
Porta-voz presidencial russo Dmitry Peskov - Sputnik Brasil, 1920, 27.05.2022
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O porta-voz presidencial russo, Dmitry Peskov, afirmou que os líderes ucranianos fazem declarações contraditórias, o que torna impossível entender o que Kiev quer.
"No momento, as negociações estão congeladas por decisão do lado ucraniano. Esta é a primeira coisa que está absolutamente em contraste com as declarações de Zelensky que você referiu. Em segundo lugar, a liderança ucraniana faz constantemente declarações contraditórias. Isso torna impossível compreender totalmente o que eles querem e se estão prontos para mostrar uma atitude realista e compreender a situação real", declarou.
Anteriormente, o presidente ucraniano, Vladimir Zelensky, declarou que as negociações com a Rússia são necessárias para acabar com o conflito, mas que a Rússia não estava disposta a dialogar.
A representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, por sua vez, declarou que foram os próprios dirigentes ucranianos que pausaram as negociações com a Rússia e não responderam às propostas de Moscou sobre o projeto de tratado.
Porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 06.05.2022
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Peskov: existe ameaça à integridade territorial da Ucrânia a partir da Polônia
Peskov também comentou a ideia do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, sobre uma aliança militar com Kiev, declarando que isso não passa de boatos da mídia, mas, se assim for, é "algo interno" e compromete a posição da União Europeia.
Anteriormente, o jornal Corriere Della Sera, citando suas fontes, informou que o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, propôs a Zelensky criar uma aliança, uma cooperação europeia contra a Rússia, que além da Ucrânia, contaria com a Polônia, Estônia, Letônia e Lituânia, podendo ainda incluir a Turquia posteriormente.
"Com todo o respeito ao Corriere Della Sera, ainda assim, trataremos isso como um boato da mídia. As reportagens da mídia agora não podem ser tomadas como fontes primárias, é preciso questioná-las. Em segundo lugar, não sabemos se Boris Johnson teve ou não esta iniciativa. Neste caso, pode significar que ele propõe esta 'discussão' para comprometer a posição da UE, ou seja, uma posição comum da UE, que o próprio Reino Unido abandonou. Mas não sabemos o quanto esta informação é confiável, por isso vamos seguir observando", afirmou.
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