Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Chefe da República Popular de Donetsk acusa soldados ucranianos de cometer tortura

© AP Photo / Felipe DanaMilitares do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) entram em um prédio durante uma operação para prender supostos colaboradores russos na Carcóvia, Ucrânia, quinta-feira, 14 de abril de 2022
Militares do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) entram em um prédio durante uma operação para prender supostos colaboradores russos na Carcóvia, Ucrânia, quinta-feira, 14 de abril de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 26.05.2022
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Denis Pushilin, chefe da República Popular de Donetsk (DPR), disse que alguns soldados ucranianos são culpados de cometer tortura, assim como unidades nacionalistas.
A declaração foi dada à Sputnik nesta quinta-feira (26).

"Infelizmente, temos evidências de que alguns representantes das Forças Armadas da Ucrânia cometeram crimes não menos terríveis e monstruosos relacionados à tortura, estupro, assassinatos sádicos e assim por diante. Possivelmente pior, em alguns casos, do que representantes individuais do [Batalhão de] Azov", disse Pushilin.

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Em 24 de fevereiro de 2022, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou o início de uma operação especial militar para "desmilitarização e desnazificação da Ucrânia".
Durante a operação, as Forças Armadas da Rússia eliminam instalações da infraestrutura militar ucraniana, sem realizar ataques contra alvos civis em cidades.
Os militares russos também organizam corredores humanitários para população civil que foge da violência dos neonazistas e nacionalistas.
Em Moscou, o chanceler brasileiro, Carlos França (à esquerda), e o chanceler russo, Sergei Lavrov, participam de coletiva de imprensa, em 16 de fevereiro de 2022 (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 26.05.2022
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