Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Hungria denuncia indecisão da UE sobre embargo a petróleo e gás russos: 'Muito improvável'

© Sputnik / Sergei Guneev / Abrir o banco de imagensPrimeiro-ministro húngaro, Viktor Orban
Primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban - Sputnik Brasil, 1920, 24.05.2022
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O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, disse que um acordo sobre o embargo proposto pela União Europeia (UE) ao petróleo e gás russos é "muito improvável" nos próximos dias.
Em carta ao presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, Viktor Orbán denunciou nesta terça-feira (24) que o bloco segue longe de uma coalizão para sancionar o petróleo e o gás russos.
Budapeste resistiu à proposta da UE para proibir os insumos russos, com o primeiro-ministro húngaro argumentando que as sanções do bloco só funcionam "no papel". Ele acrescentou que um acordo sobre o embargo é "muito improvável" nos próximos dias.
Para Viktor Orbán, a falta de consenso entre os líderes europeus indica a improdutividade de discutir o pacote de sanções.
"Olhando para a gravidade das questões ainda em aberto, é muito improvável que uma solução abrangente possa ser encontrada antes da reunião especial do Conselho Europeu, em 30 e 31 de maio", escreveu Orbán, segundo informações da AFP.
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O primeiro-ministro húngaro também recomendou que o assunto não seja abordado na próxima reunião.
A posição da Hungria sobre o embargo petrolífero russo proposto permanece firme, com Budapeste continuando a resistir ao movimento de Bruxelas para proibir os produtos energéticos da Rússia.
Orbán argumentou que seu país não pode apoiar sanções contra Moscou que minem a segurança energética húngara.
Em contrapartida, a ministra alemã das Relações Exteriores, Annalena Baerbock, expressou o otimismo de que a União Europeia chegará a um consenso sobre o sexto pacote de sanções "em breve".
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