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Em Davos, Guedes diz que Brasil 'vai dançar' com China e EUA ao mesmo tempo

© Folhapress / Gabriela BilóO ministro da Economia, Paulo Guedes em 20 de maio de 2022
O ministro da Economia, Paulo Guedes em 20 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 24.05.2022
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Chefe da economia afirma que o país é visto como solução para as crises de energia e de alimentos que afetam o mundo, e que "passada" a pressão por uma posição brasileira sobre o conflito Rússia-Ucrânia, "agora ninguém está nos xingando".
Durante discurso no Fórum Econômico Mundial em Davos hoje (24) o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que está "todo mundo atrás do Brasil" e que, com a reviravolta na geopolítica mundial, o Brasil vai "dançar" com os Estados Unidos e a China ao mesmo tempo, segundo o Valor Econômico.
Em conversa com jornalistas, Guedes afirmou que o Brasil sofreu pressões tanto dos EUA como da Europa para se posicionar diante da operação militar russa na Ucrânia, mas que agora "ninguém está nos xingando" e o Brasil é visto como uma solução para as crises de energia e de alimentos.
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A forma como o Brasília vai se posicionar, segundo o chefe da Economia, é de ser "o cara que vai dar segurança alimentar e energética para a Europa. E aos EUA, que o Brasil está próximo e é amigo, não vão precisar ir para a China".
Sobre o gigante asiático, Guedes disse que "os chineses e os norte-americanos tiveram uma sinergia que durou 30 anos, aí a China cresceu e eles começaram a brigar. Nós vamos dançar com os dois".

Para o ministro, "as pessoas não estão entendendo: o mundo mudou e a posição do Brasil melhorou. […] O Brasil perdeu 30 anos, não conectou [com as cadeias de valor globais]. A China saiu da miséria, a Tailândia todos subiram e o Brasil ficou pulando".
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Entretanto, com as crises da pandemia e ucraniana, outros países entraram em dificuldades, mas o Brasil não, em sua visão. E sendo assim, o país pode redesenhar suas cadeias produtivas com novos eixos, como energia renovável e semicondutores.
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