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Kremlin sobre operação na Ucrânia: estamos seguros de que venceremos e cumpriremos todas as metas

© Aleksandr NemnovUma bandeira russa acena ao lado de uma das torres do Kremlin no centro de Moscou em 26 de fevereiro de 2022
Uma bandeira russa acena ao lado de uma das torres do Kremlin no centro de Moscou em 26 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 17.05.2022
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Nesta terça-feira (17), o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que a Rússia sempre usou crises para se renovar e se aperfeiçoar, defendendo ao mesmo tempo seus interesses.
Até mesmo a existência da Rússia é "uma irritação para o Ocidente", e os países ocidentais estão prontos para tudo para impedir o desenvolvimento russo, afirmou Dmitry Peskov em um evento educacional.
O porta-voz presidencial russo comentou a operação especial, afirmando que agora na Ucrânia está agindo "um exército de campanhas de relações públicas e conselheiros que criam fluxos de mentiras e fakes terríveis".
As restrições contra a Rússia e sua mídia, nas palavras dele, são "ultrajantes e ilegais", e a ausência dos princípios e da moralidade é uma peculiaridade marcante das guerras de informação atuais. Na verdade, afirma Peskov, o Ocidente começou a excluir os meios de informação em massa russos porque "ficou assustado com a concorrência da Rússia" nesta guerra.
Ao dar exemplos de fake news propagadas pelo Ocidente, o porta-voz lembrou Bucha ucraniana, chamando o caso de uma "encenação habilmente encenada" que foi espalhada pela mídia e depois por diversas personalidades políticas. Dmitry Peskov ressaltou que é necessário organizar uma investigação independente dessa tragédia.
Mais do que isso, segundo ele, passaram a transformar a Ucrânia em antirrussa, em "um foco de ódio à Rússia", mas os ucranianos são uma nação pacífica e conectada aos russos.
E como resultado disso, e também por outras razões, foi iniciada a operação militar especial, ressaltou Peskov. Ele constatou que Moscou está segura de que "venceremos e cumpriremos todas as nossas metas".

"Nós tentamos ser ouvidos por todo o Ocidente, nós dissemos que não gostamos quando os mísseis e canhões deles chegam mais perto de nossas fronteiras, não gostamos quando vocês expandem a OTAN", relembrou.

"Mas eles não nos ouviram muito, porque existe uma forte concorrência no mundo. E, no geral, todo o Ocidente é organizado como uma pirâmide, onde no topo se encontram os EUA. Podem dizer o que quiserem, [mas] o centro das decisões está justamente lá [nos Estados Unidos]", acrescentou o porta-voz.
Além disso, Peskov ressaltou que no momento o calor da guerra de informação em relação à Rússia é sem precedentes, e as gerações russas mais velhas veem isso pela primeira vez. Mesmo assim, "é impossível isolar um sexto da terra [por meios] políticos, econômicos, diplomáticos e informacionais".
"Qualquer guerra termina com a paz, e a voz da Rússia será ouvida", acredita Peskov.
A operação russa está decorrendo como planejado e de forma "eficiente", com os militares envolvidos demonstrando heroísmo. "Sem dúvidas, todos os planos vão ser cumpridos", resumiu o porta-voz do Kremlin.
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