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Scholz não se sente insultado por ter sido chamado de 'salsicha ofendida' por embaixador ucraniano

© AP Photo / Michael SohnOlaf Scholz, chanceler alemão, fala durante entrevista coletiva com Alexander de Croo, primeiro-ministro da Bélgica (fora da foto), em Berlim, Alemanha, 10 de maio de 2022
Olaf Scholz, chanceler alemão, fala durante entrevista coletiva com Alexander de Croo, primeiro-ministro da Bélgica (fora da foto), em Berlim, Alemanha, 10 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 15.05.2022
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Olaf Scholz, chanceler da Alemanha, desconsiderou as declarações de Andrei Melnik, embaixador ucraniano, sobre o primeiro ser "salsicha de fígado ofendida", e falou sobre as relações com Kiev e Moscou.
Olaf Scholz, chanceler alemão, desvalorizou no sábado (15) as declarações de Andrei Melnik, embaixador da Ucrânia na Alemanha, que o chamou em 3 de maio de "salsicha de fígado ofendida".
Os comentários do diplomata ucraniano na época foram feitos em resposta a Scholz recusar uma visita a Kiev, o que, por sua vez, aconteceu após Vladimir Zelensky, presidente da Ucrânia, negar uma reunião com seu homólogo alemão Frank-Walter Steinmeier. Melnik rejeitou desde então pedir perdão pelas afirmações.
"Oh, com prazer, deixarei isso ao seu critério. A Ucrânia está em guerra há semanas. Não temos que pesar cada palavra com ouro. O importante é que nos concentremos no essencial: queremos ajudar a Ucrânia a se defender, e, juntamente com nossos aliados, queremos fazer com que a Rússia silencie suas armas e retire suas tropas da Ucrânia. É por isso que impusemos sanções abrangentes", contou Scholz em uma entrevista ao portal T-online.
Na opinião dele, as sanções antirrussas têm tido um "impacto significativo", e que só poderão ser levantadas no caso de um acordo com Kiev, não podendo haver "uma paz ditada". Na mesma linha, apontou, Berlim continuará também enviando armas para que a operação militar russa "fracasse". Entre as exigências do chanceler da Alemanha está também a retirada de tropas russas da Crimeia, considerada por Moscou uma parte integral da Rússia.
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"Quanto ao resto, aplica-se um princípio claro: a Ucrânia decide sobre estas questões. Não podemos negociar em seu nome, nem em um sentido nem no outro", assinalou.
Sobre a possibilidade de viajar à Ucrânia, Olaf Scholz declarou estar contente com "um debate clarificador" que já houve entre Zelensky e Steinmeier, e com a visita a Kiev por Barbel Bas, presidente do Bundestag, o Parlamento alemão, e por Annalena Baerbock, ministra das Relações Exteriores, acrescentando ainda que falou com Zelensky por telefone na segunda-feira (9).
Além disso, ele observou que "um líder político deve ir a Kiev especialmente quando há coisas concretas que devem ser discutidas no terreno".
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