Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Panorama internacional
Notícias sobre eventos de todo o mundo. Siga informado sobre tudo o que se passa em diferentes regiões do planeta.

EUA confirmam que fornecem inteligência a Kiev para reforçar sua posição negocial com a Rússia

© AP Photo / Felipe DanaCasa destruída em Malaya Rogan, nos arredores da Carcóvia, 8 de maio de 2022
Casa destruída em Malaya Rogan, nos arredores da Carcóvia, 8 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 08.05.2022
Nos siga noTelegram
Linda Thomas-Greenfield, representante permanente dos EUA na ONU, deu uma entrevista à CNN em que explicou a influência de Washington na Ucrânia, depois que a mídia detalhou a inteligência fornecida a Kiev.
Os EUA estão fornecendo inteligência à Ucrânia para que Kiev tenha sucesso em suas operações de combate contra a Rússia, confirmou no domingo (8) Linda Thomas-Greenfield, representante permanente dos EUA na ONU.
"Nós lhes fornecemos inteligência para que possam se defender contra a agressão russa, e também ajudá-los a reforçar sua posição na mesa de negociações contra os russos. Como eles usam essa inteligência é com eles. Mas nós queremos garantir que eles tenham o equipamento e as informações, as ferramentas necessárias para combater esta guerra de forma a ajudá-los a defender sua soberania", disse Thomas-Greenfield em entrevista à emissora CNN.
Ela declarou que os EUA têm sido coerentes desde o início ao dizer que apoiarão a Ucrânia, que "lhes darão [algo] com que travar esta guerra".
Joe Biden, presidente dos EUA, fala durante visita a centro de produção de metais em Hamilton, Ohio, EUA, 6 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 07.05.2022
Panorama internacional
Biden exorta inteligência e defesa a não permitirem vazamentos da informação compartilhada com Kiev
"Então continuaremos fornecendo o apoio de que eles necessitam. Nós fornecemos a inteligência, mas eles tomam as decisões sobre o que eles mirarão e como mirarão, e, mais uma vez, acho que a Rússia sentiu as consequências de nosso apoio aos ucranianos", acrescentou ela.
Na quarta-feira (4) e na quinta-feira (5) o jornal New York Times escreveu que Washington compartilha inteligência com Kiev para localizar e eliminar generais russos, e que ela já ajudou as forças ucranianas a rastrear e atacar o cruzador Moskva.
Moscou lançou uma operação militar especial na Ucrânia em 24 de fevereiro. Vladimir Putin, presidente russo, declarou como objetivos a "desmilitarização e desnazificação a Ucrânia", para proteger a população russófona de Donbass do "genocídio" de uma ofensiva renovada das forças de Kiev na época, e para evitar a criação de um posto avançado da OTAN contra a Rússia.
O Ministério da Defesa russo sublinhou que as Forças Armadas da Rússia estão atacando apenas a infraestrutura militar e as tropas ucranianas, e que em 25 de março cumpriram o principal objetivo da primeira etapa, de reduzir significativamente o potencial bélico da Ucrânia. A libertação de Donbass foi referida pelos militares russos como o objetivo principal.
Feed de notícias
0
Para participar da discussão
inicie sessão ou cadastre-se
loader
Bate-papos
Заголовок открываемого материала