Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Mídia: EUA compartilharam dados de inteligência com Kiev para matar generais russos

© AP Photo / Rodrigo AbdSoldados ucranianos inspecionam trincheiras usadas por soldados russos durante a ocupação de aldeias nos arredores de Kiev, na Ucrânia, em 1º de abril de 2022
Soldados ucranianos inspecionam trincheiras usadas por soldados russos durante a ocupação de aldeias nos arredores de Kiev, na Ucrânia, em 1º de abril de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 05.05.2022
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Washington forneceu dados de inteligência destinados a ajudar os ucranianos a matar vários generais da Rússia que comandam a operação militar especial em curso na Ucrânia, relatou o The New York Times nesta quarta-feira (4), citando funcionários americanos.
De acordo com o artigo, as autoridades ucranianas declararam ter assassinado pelo menos 12 generais russos, e analistas militares teriam ficado perplexos com este número inesperadamente elevado. Enquanto isso, os oficiais dos EUA se recusaram a especificar o número de oficiais de alto escalão supostamente mortos.
Ainda assim, o apoio em questão seria parte de um esforço ultrassecreto da administração Biden visando fornecer à Ucrânia inteligência de campo de batalha em tempo real.
De acordo com as fontes do veículo, os dados também incluem comunicação de prováveis localizações das forças russas obtidas a partir das avaliações americanas recentes do plano de batalha de Moscou para o conflito em Donbass.
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Segundo relatos, os EUA se focaram em fornecer informações sobre a localização e outros detalhes do quartel-general móvel do Exército russo que, certamente, muda com frequência. As autoridades ucranianas utilizaram essas informações geográficas em conjunto com os seus próprios serviços secretos, incluindo alegadamente comunicações interceptadas que alertavam as tropas ucranianas sobre a presença de altos militares russos, a fim de realizar ataques de artilharia e outras ações que poderiam ter eliminado alguns dos generais das Forças da Rússia.
O compartilhamento de informações é dito ser parte de um fluxo acelerado de assistência dos Estados Unidos, que inclui armas pesadas e dezenas de bilhões de dólares de ajuda, revelando quão rapidamente as primeiras limitações americanas em seu apoio a Kiev evoluíram à medida que a operação militar de Moscou entra em sua segunda etapa - a libertação de Donbass.
De acordo com a mídia, grande parte da inteligência de campo de batalha foi mantida em segredo pela Casa Branca por medo de que fosse interpretada como escalada e levasse os EUA e a Rússia a um conflito ainda maior.
As autoridades americanas também se recusaram a dizer como obtiveram informações sobre o quartel-general militar russo. Ao longo do conflito em curso, no entanto, as agências de inteligência dos EUA têm empregado uma série de fontes para rastrear os movimentos do Exército russo, incluindo satélites secretos e comerciais.
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