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Segurança Interna dos EUA defende medidas contra liberdade de expressão para proteger Biden

© AP Photo / Andrew HarnikPresidente dos EUA, Joe Biden, falando sobre a situação na Ucrânia em uma coletiva na Casa Branca, 28 de abril de 2022
Presidente dos EUA, Joe Biden, falando sobre a situação na Ucrânia em uma coletiva na Casa Branca, 28 de abril de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 02.05.2022
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O chefe do Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS, na sigla em inglês), Alejandro Mayorkas, declarou apoio total ao recém-criado conselho contra a desinformação.
A criação do conselho gerou muitas críticas no país, sendo considerado um atentado à liberdade de expressão, tendo semelhanças com o romance de George Orwell "1984", onde o governo fazia de tudo para que as pessoas não tivessem acesso à informação a não ser aquela fornecida pelas autoridades.
Contudo, Mayorkas defendeu a iniciativa do governo norte-americano, alegando que as medidas são destinadas a combater futuras ameaças de desinformação dos inimigos, segundo a CNN.
Além disso, ele garantiu que o governo norte-americano não tem intenção de "espionar os cidadãos ou criar uma autoridade operacional".
Isso mostra que os norte-americanos sempre usam seus "inimigos imaginários" e falsos pretextos para criar medidas de acordo com seus interesses, até mesmo contra seu próprio povo.
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O anúncio da criação do conselho surgiu depois de Elon Musk fechar o acordo de compra do Twitter, por US$ 44 bilhões (R$ 218,4 bilhões).
Vale ressaltar que Musk prometeu restaurar a liberdade de expressão na plataforma. O Twitter foi acusado de influenciar a eleição presidencial de 2020, quando suprimiu as notícias sobre um suposto escândalo envolvendo Biden.
Ironicamente, Nina Jankowicz, que liderará o novo conselho contra a desinformação, na ocasião, promoveu fake news sobre o suposto escândalo de Biden semanas antes da eleição de 2020.
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