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Putin quer participar de investigação internacional sobre crimes na Ucrânia, diz chanceler austríaco

© Sputnik / Mikhail Klimentev / Abrir o banco de imagensO presidente da Rússia, Vladimir Putin, participa de videoconferência em 25 de março de 2022.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, participa de videoconferência em 25 de março de 2022. - Sputnik Brasil, 1920, 17.04.2022
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Chanceler austríaco, Karl Nehammer visitou Moscou nesta semana e falou, neste domingo (17), sobre o seu encontro com Vladimir Putin, presidente da Rússia.
Em entrevista para a emissora norte-americana NBC, o chanceler austríaco, Karl Nehammer, disse que o presidente da Rússia expressou disposição em participar de uma investigação internacional sobre "crimes de guerra na Ucrânia", embora continue cauteloso com o Ocidente.

"Ele me disse que vai cooperar em uma investigação internacional por um lado. Por outro, ele me disse que não confia no mundo ocidental. Portanto este será o problema no futuro. Eu acho que uma investigação internacional é necessária, e por isso foi uma discussão difícil entre nós", contou Nehammer.

Antes de sua viagem, Nehammer visitou Kiev e Bucha, local que autoridades ucranianas e ocidentais afirmam ter sido o cenário da execução de centenas de civis nas mãos de tropas russas.
Análises da mídia russa e independente das imagens de Bucha lançaram grandes dúvidas sobre essas alegações.
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Há evidências de que os crimes de guerra foram cometidos depois que unidades da polícia militar ucraniana e forças neonazistas da Guarda Nacional apareceram e prometeram punir "colaboradores russos".

"Fiz uma viagem a Moscou para confrontar o presidente Putin com o que vi. Você sabe que não foi uma conversa amigável. Foi uma conversa franca e dura. E eu disse a ele o que vi. Eu vi os crimes de guerra. Vi a perda maciça do Exército russo e disse a ele que há necessidade de corredores humanitários para cidades como Mariupol", disse Nehammer.

O chanceler acrescentou que "tentou convencer" o líder russo de que a "investigação internacional" das ações de comandantes após as guerras dos anos 1990 na ex-Iugoslávia era "útil para processar os criminosos de guerra".
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Nehammer ainda expressou pessimismo sobre o futuro da crise na Ucrânia dizendo que viu evidências de preparativos para uma "grande batalha" em Donbass.
Autoridades e meios de comunicação ucranianos e ocidentais passaram semanas acusando as tropas russas de "terríveis crimes de guerra na Ucrânia, de agressões sexuais e execuções de civis a outros atos violentos".
Autoridades russas apontaram grandes lacunas na narrativa ucraniana e ocidental e revelaram evidências documentadas de crimes de guerra cometidos por Kiev.
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