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'Não diferencio entre armas leves e pesadas': von der Leyen insta UE a entregar mais armas a Kiev

© AFP 2022 / Serviço de imprensa da Presidência da UcrâniaPresidente ucraniano, Vladimir Zelensky, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em Kiev em 8 de abril de 2022
Presidente ucraniano, Vladimir Zelensky, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em Kiev em 8 de abril de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 17.04.2022
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Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, exortou os países da UE a fornecerem mais armas à Ucrânia o mais rapidamente possível, em meio à operação militar especial russa em curso.

"Para todos os Estados-membros, aqueles que podem, devem entregar [armas] rapidamente, porque só assim a Ucrânia pode sobreviver em sua luta defensiva aguda contra a Rússia", afirmou von der Leyen em entrevista ao jornal alemão Bild am Sonntag, publicada neste domingo (17).

Ela acrescentou que todo o possível deve ser feito a fim de ajudar a Ucrânia a terminar esse conflito, embora as hostilidades, reconheceu a presidente, poderiam "durar meses ou mesmo anos no pior dos casos".
"A Ucrânia precisa de receber o que precisa para se defender e com o que ela pode lidar", disse von der Leyen, ressaltando: "Eu não diferencio entre armas leves e pesadas".
Após sua visita a Kiev com von der Leyen no início deste mês, o chefe da política externa da UE, Josep Borrell, disse que o conflito na Ucrânia "será vencido no campo de batalha", reiterando o compromisso inabalável da união em fornecer mais apoio militar a Kiev.
O embaixador russo nos EUA, Anatoly Antonov, avisou que um fluxo contínuo de armas para a zona de conflito na Ucrânia a partir do Ocidente está jogando lenha na fogueira, acrescentando que é crucial parar os suprimentos militares letais para a Ucrânia. Moscou também advertiu que as armas que o Ocidente fornece a Kiev podem acabar nas mãos de terroristas em qualquer parte da União Europeia.
No início desta semana, Borrell declarou, após uma reunião do Conselho dos Negócios Estrangeiros em Luxemburgo, que os chanceleres da UE concordaram em continuar a assistência militar a Kiev.
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