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Irã expressa apoio ao Hamas e critica ataque de Israel à mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém

© AP Photo / Adel HanaApoiadores do Hamas com bandeiras islâmicas durante comício em solidariedade aos companheiros palestinos em Jerusalém e contra a decisão do presidente palestino, Mahmoud Abbas, de adiar as eleições palestinas, 30 de abril de 2021.
Apoiadores do Hamas com bandeiras islâmicas durante comício em solidariedade aos companheiros palestinos em Jerusalém e contra a decisão do presidente palestino, Mahmoud Abbas, de adiar as eleições palestinas, 30 de abril de 2021. - Sputnik Brasil, 1920, 15.04.2022
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Ministro das Relações Exteriores do Irã, Hossein Amirabdollahian condenou as ações da polícia israelense na mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, e expressou seu apoio ao movimento Hamas.
As declarações de Hossein Amirabdollahian foram publicadas pelo portal IRNA e confirmadas pelo Ministério das Relações Exteriores do Irã nesta sexta-feira (15).
Amirabdollahian se referiu à ação do "regime sionista" como um "ataque aos fiéis e uma profanação da mesquita de Al-Aqsa". Segundo ele, o incidente decorre da "normalização das relações de alguns países islâmicos com o falso regime israelense".
Em seu comentário, o ministro iraniano fez uma crítica velada aos Acordos de Abraão, assinados entre países árabes e Israel.
Até o momento, quatro países muçulmanos ratificaram tratados de paz com o governo israelense dentro da estrutura dos Acordos de Abraão, mediados pelos EUA.
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"Esses crimes, que são flagrantes violações do direito internacional e dos direitos humanos, mostram que a traição de alguns líderes de Estados islâmicos na normalização das relações com o falso regime sionista não mudará o comportamento desse regime sanguinário e gerador de crises", disse o Ministério das Relações Exteriores do Irã.
Amirabdollahian afirmou ainda que, depois do ataque, o Hamas se encontra em seu ponto mais forte, enquanto Israel "está em seu ponto mais fraco". Segundo ele, o Irã "apoia a formação de um governo palestino com Jerusalém como sua capital".
Mais cedo na sexta-feira (15), autoridades da Palestina relataram que mais de 150 palestinos foram hospitalizados após confrontos com a polícia israelense em Al-Aqsa. As forças de segurança invadiram a mesquita usando balas de borracha, bombas de ruído e gás lacrimogêneo para controlar a multidão.
Israel argumenta que dezenas de jovens, com bandeiras palestinas e do Hamas, começaram a marchar na área, atirando pedras e estimulando confrontos.
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O Hamas controla a Faixa de Gaza da Palestina e está em um prolongado conflito com Israel. A organização é classificada de "terrorista" em Israel, Estados Unidos, Canadá, Japão, União Europeia e Austrália.
Na quinta-feira (14), o comandante da Força Quds do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês), Esmail Ghaani, afirmou que o Irã enfrentará duramente Israel "onde quer que seja".
"Onde identificarmos uma ameaça sionista, a combateremos com firmeza. São pequenos demais para nos enfrentar cara a cara", afirmou o comandante, citado pela agência de notícias Nour News.
O comandante iraniano deu total apoio a todos aqueles que lutam contra o "regime sionista", destacando que a "destruição deste regime está ganhando força".
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