Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Primeiro-ministro polonês diz que sanções da União Europeia à Rússia não funcionam

© REUTERS / ALEKSANDRA SZMIGIELO primeiro-ministro polonês Mateusz Morawiecki assiste a um evento com o presidente dos EUA, Joe Biden, no Castelo Real de Varsóvia, Polônia, 26 de março de 2022
O primeiro-ministro polonês Mateusz Morawiecki assiste a um evento com o presidente dos EUA, Joe Biden, no Castelo Real de Varsóvia, Polônia, 26 de março de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 02.04.2022
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Neste sábado (2), a chancelaria polonesa citou o primeiro-ministro, Mateusz Morawiecki, ao afirmar que as sanções da União Europeia (UE) contra a Rússia não estão funcionando.
Enquanto o primeiro-ministro Mateusz Morawiecki continua pressionando Bruxelas a adotar uma política ainda mais dura contra Moscou, a chancelaria da Polônia afirmou, neste sábado (2), que as sanções impostas ao Kremlin não estão surtindo efeito.
"As sanções que impusemos à Rússia até agora não estão funcionando. A prova é a taxa de câmbio do rublo, que está voltando ao nível em que estava antes [do conflito na Ucrânia]", disse o primeiro-ministro.
"Isso significa que nossas ações não funcionaram como era esperado pelos líderes", continuou Morawiecki durante uma visita à cidade de Otwock, no leste da Polônia, que abriga refugiados ucranianos.
Desde que a Rússia iniciou sua operação especial militar para desmilitarizar e desnazificar a Ucrânia a pedido das repúblicas populares de Donetsk e Lugansk, diante das agressões de Kiev, Moscou tem enfrentado duras sanções do Ocidente que impactaram sua economia, vida pública e cultura.
Modelo de bomba de gasolina em frente de logotipo da Gazprom em 25 de março de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 01.04.2022
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Ainda que as sanções tenham prejudicado Moscou, a interdependência sistêmica a nível internacional fez com que a série de embargos afetassem outras economias, como a da UE que enfrenta uma crise energética, mas que seguiu as orientações de Washington e decidiu reduzir as importações de gás russo em dois terços.
O presidente Vladimir Putin, em resposta ao cenário criado pela crise, passou a exigir que as trocas entre Moscou e "países hostis" passassem a ser em rublos e não mais em euro ou dólar.
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