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Correspondente russo é ferido por franco-atirador perto de Mariupol, diz jornal

© Sputnik / Ilia PitalevLuta pelo controle de Mariupol. Não é possível evacuar os moradores da cidade pelos corredores humanitários por Kiev não garantir o cessar-fogo. Alguns dos moradores conseguiram deixar voluntariamente Mariupol e chegar a ponto de encontro de refugiados na região de Novoazovsk
Luta pelo controle de Mariupol. Não é possível evacuar os moradores da cidade pelos corredores humanitários por Kiev não garantir o cessar-fogo. Alguns dos moradores conseguiram deixar voluntariamente Mariupol e chegar a ponto de encontro de refugiados na região de Novoazovsk - Sputnik Brasil, 1920, 29.03.2022
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Jornalista russo do Izvestia que cobria a região de Donbass desde o início da operação especial russa na Ucrânia foi atingido na perna, perto de Mariupol.
O jornal Izvestia informou em seu canal no Telegram, que seu correspondente em Donbass, Rodion Severianov, foi ferido na perna perto de Mariupol por uma bala disparada por um franco-atirador, nesta terça-feira (29).

"O correspondente do Izvestia Rodion Severianov foi ferido perto de Mariupol. Uma bala atingiu sua perna", diz o comunicado.

O estado de saúde do jornalista felizmente é estável, segundo informou o serviço de imprensa do veículo à Sputnik.
Desde o início da operação especial militar da Rússia na Ucrânia, o jornalista enviava reportagens dos locais de combate e da retaguarda, cobrindo as ações da Rússia no intuito de proteger os moradores de Donbass.
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Status do conflito

A Rússia iniciou sua operação especial militar na Ucrânia em 24 de fevereiro atendendo ao chamado das recém-reconhecidas repúblicas populares de Donetsk e Lugansk após inúmeras tentativas de estabelecer que órgãos internacionais ocidentais intercedessem junto a Kiev para que o conflito estabelecido em Donbass, denunciado por Moscou, fosse encerrado pelas vias diplomáticas.
Ao contrário do que se esperava, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e aliados ocidentais, fortemente influenciados pelos EUA, alimentaram a escalada de tensões na região, adotando, como consequência à operação russa, uma dura bateria de sanções contra parlamentares, empresários, governo e meios de comunicação russos, afetando a economia do país de forma declarada em uma verdadeira guerra híbrida, segundo o Kremlin.
Depois da última rodada de negociações, o lado ucraniano desistiu de sua intenção de retomar a Crimeia e Sevastopol pela via militar, o que para a Ucrânia, passa a ser possível exclusivamente por via negocial. Ainda de acordo com o representante do Kremlin nas negociações, Vladimir Medinsky, as proposições ucranianas serão estudas cuidadosamente por Moscou.
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