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Egípcios antigos teriam adorado Tutancâmon devido a suas deficiências 'divinas', sugere historiadora

CC BY 2.0 / Carsten Frenzl / Faraó Tutancâmon (imagem referencial)
Faraó Tutancâmon (imagem referencial) - Sputnik Brasil, 1920, 26.03.2022
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O faraó, que assumiu o trono aos nove anos de idade e morreu uma década depois, se tornou um dos mais conhecidos após sua tumba ter sido descoberta pelo arqueólogo britânico Howard Carter em 1922.
Tutancâmon, o "Rei Menino", sofreria de deficiências, mas também foi adorado devido a elas, de acordo com o novo documentário chamado "Tutankhamun: Waking The Dead" com a historiadora Bettany Hughes.
A especialista notou que o jovem monarca poderia ter herdado problemas sérios de saúde devido à endogamia existente na família real. Mesmo assim, suas deficiências foram consideradas uma bênção dos deuses, sugere a autora.
Para os egípcios antigos, a deficiência era um atributo divino. Por isso, "Tutancâmon não teria sido estigmatizado por ter um pé torto, ele teria realmente sido visto como especial", disse a dra. em Egiptologia Sofia Aziz.
Ela detalhou que vários textos antigos, particularmente os escritos para crianças, ensinam-nas a não zombar de anões, pessoas cegas e outros indivíduos com deficiência.
Tutancâmon, conhecido também simplesmente como Rei Tut, foi o último representante da 18ª dinastia que governava o Egito aproximadamente de 1550 a.C. a 1292 a.C. Acredita-se que ele tenha sido filho ou parente próximo de Amenotepe IV, também conhecido como Aquenáton.
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