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Putin quer tirar nazistas de Mariupol, não ocupar Ucrânia, diz Peskov

© AP Photo / Alexander ZemlianichenkoO porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, fala a jornalistas antes da entrevista coletiva anual do presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou, na Rússia, em 23 de dezembro de 2021.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, fala a jornalistas antes da entrevista coletiva anual do presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou, na Rússia, em 23 de dezembro de 2021. - Sputnik Brasil, 1920, 22.03.2022
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A Rússia só usaria suas armas nucleares caso identificasse uma ameaça real à sua existência, afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, à emissora norte-americana CNN, nesta terça-feira (22).
Segundo ele, o objetivo do presidente russo, Vladimir Putin, com a operação militar especial na Ucrânia é acabar com os grupos nazistas da região de Mariupol, e não ocupar o país.
De acordo com o canal, o porta-voz acrescentou que Putin tem respeitado a legislação internacional em suas decisões. Uma das determinações da Rússia, citou Peskov, foi a proibição de ataques a civis.
Na entrevista à emissora, ele apontou também que a operação de desnazificação de Mariupol tem a simpatia de parte dos cidadãos ucranianos.

"Temos um conceito de segurança nacional, é de domínio público, você pode ler todas as razões pelas quais as armas nucleares podem ser usadas. Ou seja, se houver uma ameaça à existência do país, elas podem ser usadas, de acordo com o nosso conceito. Não há outro motivo mencionado nesse texto", disse o representante.

Na última segunda-feira (21), o chefe do Centro de Gerenciamento de Defesa Nacional da Rússia, Mikhail Mizintsev, revelou que Kiev ordenou aos batalhões nacionalistas que deixassem Mariupol em pequenos grupos, disfarçados de civis.
Segundo ele, as autoridades ucranianas determinaram que os batalhões utilizassem "todos os meios disponíveis" para deixar a cidade disfarçados, vestidos com roupas civis, inclusive por corredores humanitários.

"Os bandidos imediatamente começaram a cumprir essa ordem", contou Mizintsev.

O chefe do centro de comando relatou que, em 20 de março, "os terroristas do Batalhão Azov mataram os pais de duas crianças menores de idade para tentar ludibriar as forças russas e escaparem do local sem ser reconhecidos".
"Escondendo-se atrás dessas crianças, em um carro pertencente à família, tentaram passar pelo corredor humanitário em Zaporozhie, mas foram identificados e prontamente detidos pelos militares russos, e as crianças foram salvas", disse Mizintsev.
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