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Rússia: radicais da Ucrânia matam por dia cerca de 235 civis inocentes que tentam deixar Mariupol

© AFP 2022 / Genya SavilovMembros do Regimento Azov, em Mariupol.
Membros do Regimento Azov, em Mariupol. - Sputnik Brasil, 1920, 20.03.2022
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Chefe do Centro Nacional de Gerenciamento de Defesa da Rússia, Mikhail Mizintsev falou sobre os progressos da operação militar especial na Ucrânia e denunciou o assassinato de civis por parte dos batalhões nacionalistas.
Em um comunicado divulgado neste domingo (20) pelo Ministério da Defesa russo, Mikhail Mizintsev disse que Moscou apelou para que "Kiev seja sensata e cancele" as ordens que obrigavam os militantes em Mariupol a serem mártires.
Os militares russos também instaram as autoridades locais da cidade. "Agora você tem o direito de fazer uma escolha histórica: ou você está com seu povo, ou está com bandidos", afirma a nota.
"Os neonazistas ucranianos organizaram o terror implacável nos bairros de Mariupol que ainda controlam, onde matam diariamente entre 80 e 235 cidadãos", denunciou Mizintsev.
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O general enfatizou que estes são os números dos últimos três dias, durante os quais o lado russo recebeu "informações confiáveis ​​indicando as terríveis atrocidades dos militantes, que perderam a cabeça em desespero".

"Em Mariupol, como resultado do caos organizado pelos nacionalistas ucranianos, eclodiu a pior catástrofe humanitária. Os bandidos desesperados e perdidos, percebendo a impossibilidade de Kiev ajudá-los, organizaram o terror em massa nos bairros da cidade", afirmou.

Para salvar civis, o Ministério da Defesa russo anunciou a abertura de corredores humanitários a partir desta segunda-feira (21).
A proposta consiste na organização de uma retirada de militares ucranianos e mercenários estrangeiros sem armas (neste caso, eles têm a garantia de salvar suas vidas). Depois, deve seguir-se a passagem de comboios humanitários para a cidade e a evacuação de civis.
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Representantes da ONU, OSCE, Cruz Vermelha foram convidados a acompanhar a operação humanitária. Até 130.000 civis estão sendo mantidos reféns por nacionalistas ucranianos em Mariupol, disse Mikhail Mizintsev.
"Segundo nossas informações, até 130.000 civis e 184 cidadãos estrangeiros de seis países estão atualmente reféns na cidade", afirmou.
Nos últimos três dias, as tropas russas ajudaram a evacuar 59.304 pessoas, incluindo 139 cidadãos estrangeiros.
Neste domingo (20), a Rússia evacuou mais de 16.000 pessoas, das quais 2.000 são crianças, das áreas de hostilidades na Ucrânia e nas repúblicas de Donbass sem a ajuda de Kiev, disse Mizintsev.
No total, desde o início da operação militar, 330.686 pessoas, incluindo 68.983 crianças, foram evacuadas, segundo o oficial.
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